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quarta-feira, 20 de março de 2013

Vídeo que mostra modelos da Louis Vuitton como prostitutas causa polêmica



Paris - Um vídeo assinado por James Lima para a revista britânica "Love Magazine" causou polêmica na França ao mostrar como se fossem prostitutas, nas ruas de Paris, várias das modelos que apresentaram a última coleção da Louis Vuitton.

A associação francesa de defesa dos direitos das mulheres Osez le Féminisme criticou o vídeo, por entender que oferece uma visão glamourosa da prostituição.


De agência EFE

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Prostitutas de BH têm aulas grátis de inglês para se preparar para a Copa


A ideia é ensinar o básico. "Fruits" (frutas), por exemplo. Mas o "vocabulário técnico", como "condom" (preservativo), também estará presente em aulas de inglês que prostitutas de Belo Horizonte terão para receber os turistas na Copa de 2014.


"Elas vão aprender frutas, verduras, legumes. Mas algumas palavras a gente pode trabalhar mais, no sexo, no fetiche", diz Cida Vieira, 46, presidente da Associação de Prostitutas de Minas Gerais.

Cerca de 20 garotas de programa já se inscreveram para participar do curso gratuito, organizado pela instituição. A expectativa de Cida é que até 300 das 4.000 associadas frequentem as aulas até o final do ano.

As classes de idiomas já têm local para acontecer: uma sala cedida pela Associação dos Amigos da Rua Guaicurus (zona de prostituição de Belo Horizonte).

VOLUNTÁRIOS

O grupo busca professores voluntários. A vice-presidente Laura do Espírito Santo, 54 (mas "colocando muita menina de 20 no chinelo"), diz que a associação já conta com psicólogos e médicos voluntários, o que a faz acreditar que não haverá dificuldade.

Se for preciso, porém, serão contratados profissionais.

A ideia é que o curso dure entre seis e oito meses e que as primeiras turmas tenham início até março. A associação planeja ainda aulas de francês e italiano.

QUALQUER PROFISSÃO

Para Pollyana Temponi, 27, "profissional do sexo há três", o inglês vai servir para negociar preço e combinar como vai ser o programa com o cliente.

"Hoje em dia em qualquer profissão você tem que saber inglês", diz.

Outras sonham mais alto: "Vou fazer o curso porque a única coisa que sei falar hoje é 'I love you'. É inglês, né? Te amo? Isso fica difícil falar. Mas talvez, quem sabe? Posso me apaixonar", diz a prostituta C., 54, que não quis ter seu nome divulgado.


De Cotidiano, FOLHA DE SÃO PAULO online