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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Clinton: "Há poucos lugares para ser tão otimista como no Brasil"


O ex-­presidente dos Estados Unidos Bill Clinton disse nesta quinta-­feira que existem “poucos lugares no mundo” para ser tão otimista como no Brasil. “É natural que eventos negativos dominem as manchetes, mas o futuro é forjado pelas perspectivas de longo prazo”, afirmou Clinton, em discurso de encerramento do Encontro Nacional da Indústria (Enai), que ocorre em Brasília. 

Como preâmbulo, o ex-­presidente americano reconheceu que o momento político e econômico brasileiro pode soar “desafiador”. Ele lembrou que, depois da crise de 2008, muitas pessoas acreditavam que o centro das decisões mundiais estaria migrando para os países do Brics ­ o bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. 

A China tem enfrentado desafios para substituir o comércio exterior pela demanda interna como motor do crescimento, a Rússia foi atingida pela queda dos preços do petróleo e pelas sanções econômicas, as reformas liberalizantes propostas pelo governo da Índia não conseguem avançar no Parlamento. “Tudo isso teve impacto para o Brasil, porque uma parte significativa do PIB está relacionada às exportações e boa parte das exportações é de commodities”...

De Daniel Rittner e Eduardo Campos, VALOR

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Em protesto, vereadora discursa sem calcinha na Câmara


Uma vereadora da Câmara de Aracaju fez um protesto inusitado no plenário da Casa. Lucimara Passos (PCdoB) retirou uma calcinha do bolso durante seu discurso e disse que não estava usando a peça íntima. A atitude era para criticar o parlamentar Agamenon Sobral (PP), que teria chamado uma mulher que queria se casar sem calcinha de vagabunda, além de afirmar que ela merecia uma "surra".

A vereadora chamou o colega de "criminoso" e desafiou ele a te dar uma "surra". "Hoje vim com um vestido mais curto. Também trouxe a minha calcinha no bolso. Alguém pode me chamar de vagabunda? Alguém pode dizer que tenho de ser surrada?", perguntou.

A parlamentar defendeu que uma mulher não pode ser julgada pela roupa que veste ou se está ou não de calcinha. Ela pediu que Agamenon seja punido. O vereador criticou a atitude da colega e disse que ela queria "aparecer". Ele também pediu que a Comissão de Ética investigue o caso.

De política, A TARDE