Mostrando postagens com marcador lobby. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lobby. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Lobby empresarial preparou emenda adotada por deputado



A alteração mais polêmica feita pelos deputados no texto original da Medida Provisória dos Portos foi sugerida por uma associação de empresas do setor portuário, de acordo com o parlamentar que aceitou patrocinar a ideia.

O deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG) disse ontem à Folha que recebeu a sugestão em dezembro, quando a medida foi enviada pelo governo ao Congresso, e afirmou que não viu nada que o impedisse de assiná-la.

O objetivo da emenda era permitir a prorrogação dos contratos de terminais portuários já celebrados sem condicionantes como a revisão dos valores do contrato e o estabelecimento de novas obrigações de movimentação mínima e investimento.

Durante as discussões da reforma dos portos, a emenda foi apelidada de "Tio Patinhas" pelo líder do PR na Câmara, Anthony Garotinho (RJ). O apelido foi adotado por outros parlamentares como uma alusão aos interesses econômicos por trás da defesa da proposta.
A emenda apresentada por Quintão acabou fora do relatório que foi votado na comissão especial formada por deputados e senadores, fase que antecede o envio do texto para o plenário. Já no plenário da Câmara, outros sete deputados apresentaram 23 emendas semelhantes durante a votação, e ela acabou aprovada na 21ª tentativa.

Aceitaram patrocinar a mudança parlamentares de quatro partidos --dois da base governista, PMDB e PT, e dois que fazem oposição ao governo federal, DEM e PPS.

Quintão disse que, a pedido da Confederação Nacional da Indústria, recebeu em dezembro em seu gabinete o presidente da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec), Sérgio Salomão.

A CNI negou à Folha ter feito "qualquer pedido" a Quintão para que recebesse o presidente da Abratec.


De Breno Costa, Andreza Matais, de Brasília, portal FOLHA

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Obama assume o comando de uma ofensiva nacional contra armas




Barack Obama se comprometeu a levar uma nova repressão armas nacionais, com algumas proibições, maiores controles legais e uma nova abordagem para a segurança pessoal, que exige uma profunda transformação da cultura dominante nos Estados Unidos ao longo de sua história . Pela primeira vez em décadas, a tragédia de Newtown, diferente das anteriores em várias circunstâncias  cria um espaço adequado para formar uma maioria de cidadãos a favor de uma cruzada pelo desarmamento.
Não só muitos congressistas contrários às armas já foram preparar legislação para limitar a eles , alguns dos apoiantes mais leais da National Rifle Association (NRA), como o senador Joe Machin, um membro desse poderoso lobby do ano para , ontem, juntou-se aos partidários de impor controles mais rígidos. "É hora de ir além da retórica, é preciso sentar e fazer alguma coisa", disse ele.
Na verdade, é um novo tempo. O país vive sob um choque como nunca antes. Milhões de pais que segunda de manhã deixaram seus filhos na escola em sua memória tinha ainda experimentado a escola terrível sexta-feira em Sandy Hook. Crianças, professores e famílias estão sempre falando sobre isso, como algo tão horrível pudesse acontecer, o que precisa ser feito para que isso não aconteça novamente.
...

De Antonio Cano, Internacional, Jornal EL PAÍS