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domingo, 25 de maio de 2014

Nova marca dos Correios gera polêmica nas redes sociais


BRASÍLIA - Os Correios gastaram R$ 390 mil para criar uma nova logomarca, como parte de um projeto de "revitalização". A estampa em azul e amarelo, a ser aplicada em envelopes, letreiros e veículos em todo o Brasil, é semelhante a desenho lançado, meses antes, por uma empresa do Espírito Santo, o que inspirou a polêmica nas redes sociais: afinal, é cópia ou não? A nova identidade visual dos Correios foi apresentada no início do mês e registrada no fim de janeiro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Trata-se de duas setas associadas, uma amarela e outra azul, cada uma indicando um sentido, o que evoca o incansável vaivém dos funcionários que distribuem encomendas País afora.


Nas palavras da estatal, algo que simboliza sua "poderosa capacidade de conectar pessoas." O projeto completo, incluindo divulgação e troca de letreiros, custará R$ 42 milhões.
Em agosto do ano passado, a Polimix Distribuidora - empresa do ramo atacadista com sede em Serra (ES) e aberta em 2012 - lançou sua logo: setas bem parecidas, que podem ser brancas ou azuis, com os cantos menos arredondados. O desenho foi feito pela empresa capixaba Life Brand, a custo bem mais módico: R$ 8 mil. "É um projeto mediano, em termos de complexidade e valor", avalia o sócio e diretor de criação da empresa, Igor Franzotti...

De Fábio Fabrini, da Agência Estado, ESTADÃO 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Cotas para artistas negros reacende polêmica na Justiça



As ministras da Igualdade Racial e da Cultura criticaram de maneira dura a decisão judicial que determinou a suspensão dos concursos culturais destinados apenas a pessoas negras. “Estamos indignados, achamos que é uma decisão racista”, disse Marta Suplicy, da Cultura, nesta quarta-feira, 22, segundo informações da Agência Brasil.

Ela seguiu os passos da ministra de Luiza Bairros, da Igualdade Racial, que já havia se manifestado na terça, 21. “A decisão judicial demonstra que a vitória jurídica obtida no Superior Tribunal Federal (STF) deverá ser seguida por uma outra batalha, a ideológica, até que as ações afirmativas sejam entendidas como necessárias em todos os campos da vida social”, disse Luiza, referindo-se à decisão da corte que considerou legal a instituição de cotas raciais em universidades.

O juiz que suspendeu as ações organizadas pelo Ministério da Cultura (MinC) tem outra visão. Para ele, racismo é separar negros e brancos em ações públicas...

De política, Roldão Arruda, portal ESTADÃO

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Lobby empresarial preparou emenda adotada por deputado



A alteração mais polêmica feita pelos deputados no texto original da Medida Provisória dos Portos foi sugerida por uma associação de empresas do setor portuário, de acordo com o parlamentar que aceitou patrocinar a ideia.

O deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG) disse ontem à Folha que recebeu a sugestão em dezembro, quando a medida foi enviada pelo governo ao Congresso, e afirmou que não viu nada que o impedisse de assiná-la.

O objetivo da emenda era permitir a prorrogação dos contratos de terminais portuários já celebrados sem condicionantes como a revisão dos valores do contrato e o estabelecimento de novas obrigações de movimentação mínima e investimento.

Durante as discussões da reforma dos portos, a emenda foi apelidada de "Tio Patinhas" pelo líder do PR na Câmara, Anthony Garotinho (RJ). O apelido foi adotado por outros parlamentares como uma alusão aos interesses econômicos por trás da defesa da proposta.
A emenda apresentada por Quintão acabou fora do relatório que foi votado na comissão especial formada por deputados e senadores, fase que antecede o envio do texto para o plenário. Já no plenário da Câmara, outros sete deputados apresentaram 23 emendas semelhantes durante a votação, e ela acabou aprovada na 21ª tentativa.

Aceitaram patrocinar a mudança parlamentares de quatro partidos --dois da base governista, PMDB e PT, e dois que fazem oposição ao governo federal, DEM e PPS.

Quintão disse que, a pedido da Confederação Nacional da Indústria, recebeu em dezembro em seu gabinete o presidente da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec), Sérgio Salomão.

A CNI negou à Folha ter feito "qualquer pedido" a Quintão para que recebesse o presidente da Abratec.


De Breno Costa, Andreza Matais, de Brasília, portal FOLHA

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Filme sobre a banda Calypso é cancelado após repercussão negativa de homofobia da cantora Joelma


Em entrevista à revista Época, a cantora Joelma, da banda Calypso disse ser contra o casamento homossexual e que se tivesse um filho gay "lutaria até a morte para convertê-lo".  A polêmica repercutiu imensamente nas redes sociais e acabou prejudicando a cantora em outros aspectos.

A produção do filme que contaria a trajetória da banda e que tem até a atriz Déborah Secco escalada no papel da cantora, não vai mais acontecer diante da repercussão negativa. Nenhuma grande empresa quer se envolver com a produção do filme.

Segundo o jornal carioca Extra, já estava difícil para a produção encontrar patrocinadores, agora está ainda mais complicado. Ainda de acordo com o jornal, a produção foi cancelada mas a equipe ainda não foi comunicada oficialmente sobre o assunto.


De jornal O TEMPO