Mostrando postagens com marcador negros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador negros. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de julho de 2016

O magnata Donald Trump declarou guerra ao mundo...


No discurso raivoso e carregado de sarcasmo, Trump anunciou que, se eleito, os Estados Unidos “serão o país da lei e da ordem”. Pintou um quadro sombrio do país, como se estivesse engolfado em violência e crimes, e ele atribuiu esse estado de coisas aos imigrantes ilegais, “que estão esta noite andando por aí livremente ameaçando cidadãos pacíficos”. Ao lembrar do caso de uma garota assassinada recentemente, Trump disse que se tratava de “outra criança sacrificada no altar das fronteiras abertas”.

Trump prometeu proibir a imigração de cidadãos oriundos de países “expostos ao terrorismo” e que não o combatem. “Só vou admitir a entrada em nosso país de pessoas comprometidas com nossos valores e que amem nosso povo”, avisou, reafirmando sua promessa de construir um muro para impedir a entrada de “gangues” e “traficantes”. Disse que a política de imigração proposta por seus adversários, que supostamente permitirá uma “imigração em massa”, vai superlotar hospitais e escolas, tirar empregos e atirar ainda mais pessoas na pobreza.

Sobre sua adversária, Hillary Clinton, que foi secretária de Estado, Trump resumiu assim o que chamou de “legado” da democrata: “Morte, destruição, terrorismo e fraqueza”. Antes dela, Trump disse, não havia Estado Islâmico, o Egito era “pacífico”, a violência no Iraque estava tendo uma “grande redução”, a Síria estava “sob controle” e a Líbia era “estável”. Graças aos “maus instintos” de Hillary, atacou Trump, a realidade hoje é outra...

De opinião, ESTADÃO

domingo, 9 de novembro de 2014

'Genocídio' de jovens negros é alvo de nova campanha da Anistia no Brasil


O baiano Jorge Lázaro conhece na prática os efeitos da lógica perversa por trás das altas taxas de homicídios no Brasil.
Ele perdeu um filho, morto em uma execução em 2008, e, cinco anos depois, outro de seus filhos foi sequestrado e morto em Salvador.

Negros, jovens e moradores de favela, os fihos de Lázaro são apenas dois dos milhares de jovens assassinados todos os anos com este perfil - uma realidade que deixar de ser "invisível", segundo defende a Anistia Internacional.

A história de Lázaro ilustra um quadro que associa diretamente os altos índices de violência no país a faixa etária, gênero e raça. Do total de 56.337 homicídios ocorridos no Brasil em 2012, 57,6% tiveram com vítimas jovens com idade entre 15 a 29 anos. Destes, 93,3% eram homens e 77%, negros.

Os dados são do Mapa da Violência, compilados com base no Datasus, com base em 2012 - o último disponível.

Três policiais militares são acusados pela morte de Ricardo, o filho que Lázaro perdeu em 2008.

Ele passava férias em Salvador e estava jogando bola com amigos na favela de Bate Facho.

Quatro homens chegaram em um carro, três deles desceram e começaram a atirar. Dois jovens morreram...

De Jefferson Puff, BBC BRASIL

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Cotas para artistas negros reacende polêmica na Justiça



As ministras da Igualdade Racial e da Cultura criticaram de maneira dura a decisão judicial que determinou a suspensão dos concursos culturais destinados apenas a pessoas negras. “Estamos indignados, achamos que é uma decisão racista”, disse Marta Suplicy, da Cultura, nesta quarta-feira, 22, segundo informações da Agência Brasil.

Ela seguiu os passos da ministra de Luiza Bairros, da Igualdade Racial, que já havia se manifestado na terça, 21. “A decisão judicial demonstra que a vitória jurídica obtida no Superior Tribunal Federal (STF) deverá ser seguida por uma outra batalha, a ideológica, até que as ações afirmativas sejam entendidas como necessárias em todos os campos da vida social”, disse Luiza, referindo-se à decisão da corte que considerou legal a instituição de cotas raciais em universidades.

O juiz que suspendeu as ações organizadas pelo Ministério da Cultura (MinC) tem outra visão. Para ele, racismo é separar negros e brancos em ações públicas...

De política, Roldão Arruda, portal ESTADÃO