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sábado, 5 de agosto de 2017
Fim de financiamento privado de campanhas abre espaço para crime organizado
O chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Sérgio Etchegoyen, afirmou nesta sexta-feira, 4, estar preocupado que facções criminosas aproveitem o fim do financiamento privado de campanhas políticas para eleger representantes nas eleições de 2018.
De acordo com Etchegoyen, o Brasil corre o risco de ver a democracia "refletir a atuação do crime organizado". A declaração foi dada em explanação na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), na Urca, zona sul do Rio. "Com o fim do financiamento privado de campanha, você só tem três financiamentos hoje: o estatal, o crime organizado e as igrejas - existem igrejas e igrejas. São só esses três que têm dinheiro fácil para distribuir", sustentou...
De Marcio Dolzan, Broadcast, AE
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quarta-feira, 19 de julho de 2017
Moro decide que R$ 16 milhões do caso triplex vão para os cofres da Petrobras
O juiz federal Sérgio Moro afirmou nesta terça-feira, 18, em resposta aos embargos de declaração da Petrobras, no âmbito da ação em que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 9 anos e 6 meses de prisão, que os R$ 16 milhões da suposta conta corrente da OAS com o PT, que incluem os R$ 2,25 milhões do triplex no Guarujá e suas respectivas reformas, serão revertidos em favor da estatal.
Após a sentença que apenou, pela primeira vez, um ex-presidente, por crime comum, na história do Brasil, os advogados da petrolífera haviam pedido esclarecimentos a respeito da destinação dos valores.
A defesa da Petrobras, alegando que a estatal foi vítima do esquema de cartel e propinas que operou em algumas de suas principais diretorias por uma década, requereu para seus cofres o valor da sanção pecuniária imposta por Moro aos réus do caso triplex...
De Conteúdo Estadão, Isto É
domingo, 24 de julho de 2016
O magnata Donald Trump declarou guerra ao mundo...
Trump prometeu proibir a imigração de cidadãos oriundos de países “expostos ao terrorismo” e que não o combatem. “Só vou admitir a entrada em nosso país de pessoas comprometidas com nossos valores e que amem nosso povo”, avisou, reafirmando sua promessa de construir um muro para impedir a entrada de “gangues” e “traficantes”. Disse que a política de imigração proposta por seus adversários, que supostamente permitirá uma “imigração em massa”, vai superlotar hospitais e escolas, tirar empregos e atirar ainda mais pessoas na pobreza.
Sobre sua adversária, Hillary Clinton, que foi secretária de Estado, Trump resumiu assim o que chamou de “legado” da democrata: “Morte, destruição, terrorismo e fraqueza”. Antes dela, Trump disse, não havia Estado Islâmico, o Egito era “pacífico”, a violência no Iraque estava tendo uma “grande redução”, a Síria estava “sob controle” e a Líbia era “estável”. Graças aos “maus instintos” de Hillary, atacou Trump, a realidade hoje é outra...
De opinião, ESTADÃO
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sexta-feira, 24 de junho de 2016
Prisão de ex-ministro e devassa no diretório nacional do PT retratam a falência moral do partido
A PF investiga milhões arrecadados pelo PT com propinas pagas em troca de contratos no ministério do Planejamento entre 2010 e 2015. Mais uma vez a legenda é acusada de perpetrar o crime que prometia exterminar do País ao ascender ao poder: a corrupção. O antigo discurso da ética petista era tão diferente dos demais partidos que sua saga parecia quixotesca. Ocorreu exatamente o contrário. O PT assumiu o Planalto em 2003 e se reelegeu três vezes, mas deixou o comando do País maculado indelevelmente pelos bilhões desviados, os escândalos recorrentes e os líderes condenados. O fato de seguidos pedidos de prisão pesarem sobre os ombros dos três últimos tesoureiros da legenda não é mera coincidência. É reincidência. No crime. Ligado a Lula e Dirceu, mais ao primeiro do que ao segundo, Delúbio Soares cumpriu pena no mensalão. João Vaccari Neto encontra-se preso no Petrolão e, na última semana, teve um novo pedido de detenção decretado. Seu antecessor Paulo Ferreira permanecia foragido atá a tarde de sexta-feira 24. Também para escapar da prisão...
De política, ISTO É
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domingo, 19 de julho de 2015
Tragédia brasileira
O trajetória percorrida pela bala até encontrar a sua vítima, que na
maioria das vezes não espera que isto ocorra com ela, é muito curta, não dar tempo de imaginar nem mesmo lembrar de nada, muito menos que o elemento ativo desta tragedia poderia, quem sabe, ser um filho, irmão ou parente seu ou de alguém próximo, mas
pelo semblante do autor juvenil e seu trejeito de criança.
Não dar para imaginar que passa na cabeça da vítima
naquele momento final, mas a perpetuação de sua agonia não ficará com seu algoz e
sim com as famílias dos personagens que participaram desta cena capital, na busca de respostas para o entendimento dos reais motivos.
O autor desta e talvez de outras tragédias, se descoberto
for, não terá problemas em deslembrar de tal episódio, e caso ainda sobre algum
resquício na sua memória o estado buscará uma forma de deletar tais registros.
Em resumo somos vítimas deste enredo mal escrito por nossas
autoridades.
Julio Cunha
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Carlomano Marques e Magaly são denunciados por crime eleitoral
O deputado estadual Carlomano Marques (PMDB) e sua irmã, a vereadora Magaly Marques (PMDB) foram denunciados pela Procuradoria Regional Eleitoral no Ceará (PRE/CE) por crime eleitoral. Nas eleições de 2010, o comitê de Carlomano foi utilizado por Magaly para o oferecimento de atendimento médico, como mostrou matéria do O POVO.
Ambos já foram condenados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-CE) pelo mesmo fato em outro processo, só que na área cível. Para Carlomano ficou determinada a cassação de seu diploma, o pagamento de multa e a inelegibilidade pelo período de oito anos. Magaly Marques foi declarada inelegível pelo prazo de oito anos e condenada ao pagamento de multa.
A captação ilícita de votos foi narrada pelo jornalista André Teixeira e motivou a instauração de inquérito policial, após pedido da PRE/CE. Durante o inquérito, a PRE afirma que ficou comprovada a conduta ilegal. O jornalista foi atendido pela vereadora, que também é médica, e gravou toda a conversa, inclusive o trecho em que ela pedia voto para o deputado.
Ao atender o repórter, Magaly Marques forneceu-lhe um atestado para dois dias de ausência ao serviço, bem como prometeu uma consulta futura com especialista do Pronto Socorro dos Acidentados, em Fortaleza, para a semana seguinte. Como garantia de que André iria votar em Carlomano, anotou o número do seu título eleitoral e ainda disse que no município em que o repórter votaria o candidato não teria votos. Assim, seria fácil identificar o voto do paciente. (...)
De Política, portal O POVO
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