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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Humilhação ao prefeito Haddad e a presidente Dilma


Em nova visita imprópria, Lula se encontra com Dilma


Depois de submeter Fernando Haddad ao humilhante papel de subordinado e tentar assumir o protagonismo na articulação política do governo Dilma, a intromissão do ex-presidente começa a causar desconforto em setores do PT.

A presidente Dilma Rousseff desembarcará nesta sexta-feira em São Paulo com dois compromissos oficiais: uma solenidade com atletas paralímpicos e, em seguida, um evento de entrega de 300 casas do programa Minha Casa, Minha Vida. Não consta na agenda, mas Dilma também irá se reunir com o antecessor no cargo, Luiz Inácio Lula da Silva, em horário e local não divulgados - provavelmente, no escritório da Presidência da República na capital paulista.
Não há problema e até é desejável que um ex-presidente da República dê conselhos a aliados, seja consultado em momentos de turbulência e alerte para riscos institucionais. Foi o que fez, por exemplo, o ex-presidente democrata Bill Clinton ao então novato Barack Obama, quando recomendou mais otimismo em relação à crise financeira mundial e defendeu uma regularização da situação dos imigrantes ilegais. No cenário nacional, a participação de Lula também seria compreensível se ele não extrapolasse os limites da sua atual condição de "ex-presidente".
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As reais pretensões políticas de Lula ainda não são claras nem mesmo para aliados. Interlocutores negam a hipótese de uma candidatura presidencial em 2014, mas, nos bastidores, quem convive com o ex-presidente há tempos, não trata essa possibilidade como assunto resolvido. O próprio Lula deixou escapar suas ambições no ano passado, quando fez campanha proibida e levou o então "poste" Fernando Haddad ao "Programa do Ratinho", no SBT. Questionado pelo amigo e apresentador de TV se pensava em voltar à cena política em 2014, Lula rebateu: “Se ela (Dilma) não quiser, eu não vou permitir que um tucano volte a ser presidente do Brasil”. (...)

De Política, Portal VEJA

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Haddad assume e diz que a dívida de SP é insustentável


Novo prefeito defendeu trabalho conjunto com o Legislativo e disse que a redução da miséria será seu principal desafio


São Paulo No discurso de posse, feito ontem durante cerimônia na sede da Prefeitura de São Paulo, o novo prefeito Fernando Haddad, de 49 anos, defendeu a renegociação da dívida de São Paulo com a União, para garantir recursos para novos investimentos. Em seguida, destacou outras três prioridades que devem guiar a sua gestão: o combate à miséria, investimentos em moradia e a melhoria na eficiência dos serviços da saúde e da educação.

O imbróglio financeiro relacionado ao pagamento da dívida municipal, que obriga a cidade a pagar R$ 4 bilhões por ano à União, foi destacado pelo ex-prefeito Gilberto Kassab, no discurso de despedida do cargo.

Já Haddad reforçou a gravidade da situação e afirmou que a cidade deve não apenas lutar para mudar o indexador do pagamento da dívida com a União, mas também buscar parcerias com o Estado, com o governo federal e a iniciativa privada para retomar a capacidade de investimento. "São Paulo, apesar do orçamento bilionário, perdeu sua capacidade de investimentos. Esse acordo não se sustenta e nós temos de levar ao Congresso proposta de repactuação da dívida do Município". (...)


De  Nacional, Jornal DIÁRIO DO NORDESTE

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Justiça Eleitoral rejeita contas de Haddad por “irregularidades graves”

O candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, vota acompanhado da filha na Universidade Ibirapuera, na zona sul da capital, neste domingo (28)
O prefeito eleito de São Paulo Fernando Haddad. Petista teve contas desaprovadas pela Justiça Eleitoral (Nacho Doce/Reuters)


Juiz aponta ainda que diretório municipal do PT omitiu gasto com empresa de segurança de Freud Godoy, o enrolado "faz-tudo" de Lula

A Justiça Eleitoral rejeitou as prestações de contas apresentadas pelo prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad, e pelo diretório municipal do PT. Foram detectadas irregularidades em doações eleitorais e omissão na contratação de empresas, entre elas a Caso Sistemas de Segurança, ligada ao “faz-tudo” do PT Freud Godoy, cujo nome voltou ao noticiário nesta semana. Em depoimento ao Ministério Público, o operador do mensalão, Marcos Valério, apontou a empresa como destinatária de recursos do esquema criminoso.


Segundo o juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, da 6º Vara Eleitoral, "as irregularidades são graves, impedindo a verificação da origem dos recursos arrecadados para quitação de todas as despesas assumidas pelo candidato". A desaprovação das prestações de contas de Haddad e do diretório municipal, no entanto, não impede a diplomação do petista.
A Justiça Eleitoral afirma que o diretório municipal omitiu uma despesa de 30 600 reais com serviços prestados pela Caso Sistema de Segurança. Segundo a decisão, o diretório alegou que a despesa é um gasto rotineiro do partido, mas não apresentou documentos que provassem isso. 
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De Eleições 2012, Revista VEJA