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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Tremor por teste com bomba H na Coreia do Norte é sentido no Brasil


O Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (Obsis) registrou nessa quarta-feira (6) tremores causados pelo teste feito com a bomba de hidrogênio na Coreia do Norte. O teste nuclear teve uma potência equivalente a um terremoto de magnitude 5 na escala Richter, segundo o chefe do Observatório, Lucas Barros.

A onda sísmica gerada pela explosão se propaga subterraneamente de modo que pode ser medida mesmo a grandes distâncias. Localizada no Parque Nacional de Brasília, a estação sismológica faz parte de um sistema mundial de detectores desse tipo de explosão em função da existência do tratado internacional de proibição de testes nucleares.

O Obsis está preparado para detectar explosões nucleares por meio de tremores sísmicos, como no caso da Coreia do Norte, e também atmosféricos, por meio de infrasom...

De EBC, FOLHA DO ESTADO

sábado, 20 de abril de 2013

Terremoto provoca 152 mortes e deixa mais de 5,5 mil feridos na China


Pequim, 20 abr (EFE).- Um terremoto de 7 graus na escala Richter causou neste sábado a morte de pelo menos 152 pessoas, e deixou mais de 5,5 mil feridos na província central chinesa de Sichuan, onde equipes de emergência, com apoio militar, trabalham para socorrer as vítimas.

A região das montanhas de Longmen registrou cinco anos atrás sismo de 8 graus de magnitude causou 90 mil mortos.


De agência EFE

domingo, 13 de janeiro de 2013

Três anos após o terremoto, o "novo Haiti" ainda em obras

Um terreno baldio e uma bandeira é tudo o que resta no local onde existiu o Hati Palácio Nacional, que desabou caiu e 12 de janeiro de 2010 por um terremoto de 7,2 graus na escala Richter. 

Nas ruas da região metropolitana de Port-au-Prince e Petionville, onde viveu por quase dois anos e meio de haitianos e um milhões, mais de 10% do total da população-que perderam suas casas no terremoto, voltaram a parecem estátuas de escravos e heróis desconhecidos da Independência. Mas, três anos depois da tragédia, que matou mais de 300.000 pessoas , centenas de milhares de haitianos ainda vivem em barracas e da assistência da comunidade internacional se comprometeu a entregar para a reconstrução da ilha não acabou alcançando.

A epidemia de cólera e temporadas de furacões subseqüentes ter batido o país, entretanto, e do "novo Haiti", prometeu ainda está em construção.


De Internacional, EL PAÍS