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terça-feira, 21 de maio de 2013

Gravação causa terremoto político na Venezuela


O cenário político venezuelano voltou a ficar agitado com a divulgação de uma gravação em que um popular apresentador da TV estatal acusa o presidente da Assembleia Nacional, o militar chavista Diosdado Cabello, de estar envolvido em um esquema de corrupção e também em um plano de conspiração para derrubar o governo do presidente Nicolás Maduro.
A fita foi mostrada pelo deputado opositor Ismael Garcia, integrante da coalizão de oposição Mesa de Unidade Democrática, à jornalistas em Caracas. De acordo com a oposição, a gravação teria sido feita pelo próprio apresentador chavista para ser entregue ao líder cubano Raúl Castro.
Com duração de mais de uma hora, Silva faz um desabafo a seu interlocutor - segundo a oposição, um agente do serviço secreto cubano - dando detalhes sobre brigas internas no governo e sobre supostos planos desestabilizadores.
O apresentador, Mario Silva, que dirige o polêmico programa La Hojilla ("A Lâmina" em tradução livre), disse que a gravação é uma "montagem bem feita" do Mossad e da CIA, agência de inteligência israelense e norte-americana, respectivamente...


De Claudia Jardim, de Caracas, portal BBC BRASIL

sábado, 20 de abril de 2013

Terremoto provoca 152 mortes e deixa mais de 5,5 mil feridos na China


Pequim, 20 abr (EFE).- Um terremoto de 7 graus na escala Richter causou neste sábado a morte de pelo menos 152 pessoas, e deixou mais de 5,5 mil feridos na província central chinesa de Sichuan, onde equipes de emergência, com apoio militar, trabalham para socorrer as vítimas.

A região das montanhas de Longmen registrou cinco anos atrás sismo de 8 graus de magnitude causou 90 mil mortos.


De agência EFE

domingo, 13 de janeiro de 2013

Três anos após o terremoto, o "novo Haiti" ainda em obras

Um terreno baldio e uma bandeira é tudo o que resta no local onde existiu o Hati Palácio Nacional, que desabou caiu e 12 de janeiro de 2010 por um terremoto de 7,2 graus na escala Richter. 

Nas ruas da região metropolitana de Port-au-Prince e Petionville, onde viveu por quase dois anos e meio de haitianos e um milhões, mais de 10% do total da população-que perderam suas casas no terremoto, voltaram a parecem estátuas de escravos e heróis desconhecidos da Independência. Mas, três anos depois da tragédia, que matou mais de 300.000 pessoas , centenas de milhares de haitianos ainda vivem em barracas e da assistência da comunidade internacional se comprometeu a entregar para a reconstrução da ilha não acabou alcançando.

A epidemia de cólera e temporadas de furacões subseqüentes ter batido o país, entretanto, e do "novo Haiti", prometeu ainda está em construção.


De Internacional, EL PAÍS