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segunda-feira, 3 de julho de 2017
Mais um novo partido "Podemos"
O lançamento oficial do partido Podemos aconteceu num momento em que empresários e lideranças empresariais têm se colocado a favor de uma discussão e uma participação política cada vez maiores. Um dos defensores mais aguerridos é o presidente da terceira maior federação da indústria do país, a Fiemg, Olavo Machado Jr. Para ele, as agremiações políticas em geral estão desgastadas e precisam conquistar eleitores e candidatos por meio de uma nova proposta e programas. “Porém, o que efetivamente precisa mudar são as atitudes e ações de nossos políticos, se isso efetivamente for acontecer, que o (partido) Podemos seja bem-vindo. Se não for isso, já renasce morto”, disse.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Nas páginas politicais
Hoje em dia o que está mesmo desuso aqui no Brasil o uso da palavra
escândalo, pois ninguém mais se espanta mais ao ouvir ou ler nos jornais quando
publicam matéria sobre a roubalheira do dinheiro público, da verba destinada a educação,
a creche, do saneamento, do remédio, dos hospitais e tantas outras pilhagens.
Não sei se é sorte ou azar da nossa população, mas os
meliantes que hoje praticam este tipo de crime não usam dinamites, pistolas,
armas automáticas e outros tipos de armamentos ditos de uso restrito das forças
armadas, e que na verdade é limitado mesmo aos bandidos, no momento a violência
mesmo é a ausência do conhecimento dos jovens nas escolas, a morte do que procura
atendimento, remédio e socorro nos hospitais que não existem.
Os jornais costumam colocar seus noticiários de moda, culinária,
polícia, política e outros em páginas ou cadernos separados, mas alguns
matutinos para administrar melhor as informações, estão colocando as notícias
sobre política e polícia no mesmo caderno, como se fosse uma só informação. Ora
não é que os criminosos que habitam as páginas policiais estão reclamando dos
redatores e dizem que não querem se comparados e esta classe de gente que
pratica escândalo diariamente.
Julio Cunha
terça-feira, 21 de maio de 2013
Gravação causa terremoto político na Venezuela
O cenário político venezuelano voltou a ficar agitado com a divulgação de uma gravação em que um popular apresentador da TV estatal acusa o presidente da Assembleia Nacional, o militar chavista Diosdado Cabello, de estar envolvido em um esquema de corrupção e também em um plano de conspiração para derrubar o governo do presidente Nicolás Maduro.
A fita foi mostrada pelo deputado opositor Ismael Garcia, integrante da coalizão de oposição Mesa de Unidade Democrática, à jornalistas em Caracas. De acordo com a oposição, a gravação teria sido feita pelo próprio apresentador chavista para ser entregue ao líder cubano Raúl Castro.
Com duração de mais de uma hora, Silva faz um desabafo a seu interlocutor - segundo a oposição, um agente do serviço secreto cubano - dando detalhes sobre brigas internas no governo e sobre supostos planos desestabilizadores.
O apresentador, Mario Silva, que dirige o polêmico programa La Hojilla ("A Lâmina" em tradução livre), disse que a gravação é uma "montagem bem feita" do Mossad e da CIA, agência de inteligência israelense e norte-americana, respectivamente...
De Claudia Jardim, de Caracas, portal BBC BRASIL
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segunda-feira, 18 de março de 2013
Tensão rodeia relacionamento de Papa e os Kirchner
Ainda assim, Cristina será primeira chefe de Estado a ser recebida pelo Pontífice, antes considerado adversário político
BUENOS AIRES. Em setembro de 2010, um mês antes de morrer, o ex-presidente argentino Néstor Kirchner (2003-2007) foi internado e operado de urgência na clínica portenha Los Arcos. Na época, meios de comunicação locais informaram que o então cardeal e Arcebispo de Buenos Aires Jorge Bergoglio enviara um sacerdote de sua confiança para que oferecesse assistência espiritual à família presidencial. Por decisão da presidente Cristina Kirchner, indicaram as mesmas informações, o representante de Bergoglio foi expulso do hospital. O incidente confirma a tensão que sempre rodeou o relacionamento entre o novo Papa e os Kirchner. Hoje, Cristina será a primeira chefe de Estado a ser recebida pelo Papa Francisco e tentará dar novos contornos a seu vínculo com um homem que era considerado por ela e seu marido um forte adversário político. A presidente, opinaram analistas ouvidos pelo GLOBO, está ciente dos riscos de seguir os conselhos da ala mais radical do kirchnerismo, que questionou publicamente a escolha do sucessor de Bento XVI.
Ter uma disputa com um Papa já seria difícil, mais ainda tratando-se de um Papa peronista, que defende o combate à pobreza e a justiça social - afirmou Hugo Haime, diretor da Haime e Associados.
Na Argentina, como em muitos outros países, os primeiros gestos de Bergoglio como Papa despertaram grande entusiasmo na comunidade católica, que representa cerca de 75% da população. Ontem, por exemplo, foi realizada uma missa em homenagem a Francisco na Catedral Metropolitana da capital, presenciada por centenas de pessoas.
O governo, apesar de seus desejos e convicções, está condenado a buscar uma relação de harmonia com o novo Papa argentino - disse Juan Tokatlián, professor da Universidade Di Tella.
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De Janaína Figueiredo, jornal O GLOBO (foto: AP)
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