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segunda-feira, 3 de julho de 2017
Mais um novo partido "Podemos"
O lançamento oficial do partido Podemos aconteceu num momento em que empresários e lideranças empresariais têm se colocado a favor de uma discussão e uma participação política cada vez maiores. Um dos defensores mais aguerridos é o presidente da terceira maior federação da indústria do país, a Fiemg, Olavo Machado Jr. Para ele, as agremiações políticas em geral estão desgastadas e precisam conquistar eleitores e candidatos por meio de uma nova proposta e programas. “Porém, o que efetivamente precisa mudar são as atitudes e ações de nossos políticos, se isso efetivamente for acontecer, que o (partido) Podemos seja bem-vindo. Se não for isso, já renasce morto”, disse.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Ações da Petrobras atingem Volume Morto
Operadores da Ibovespa fizeram um minuto de silêncio
ABREU E LIMA - Após permitir que os recursos da companhia escoassem pelo ralo, o Conselho da Petrobras admitiu que as ações da empresa atingiram, pela primeira vez, o Volume Morto. "Estamos estudando o bombeamento via BNDES", explicou Graça Foster, enquanto trocava duas ações majoritárias por uma média requentada numa padaria.
O Conselho da empresa estuda ainda a aquisição de uma bacia hidrogáfica no deserto do Atacama. "O investimento inicial para perfurarmos o local em busca de contratos aditivados foi orçado em R$ 44 bilhões, mas estamos negociando. A ideia é fechar em torno de 86 bilhões", explicou Patrício Antunes, diretor de Ílicitos.
Graça Foster espera que outro recorde importante seja alcançado esta semana. "Além da marca histórica do Volume Morto, nossas ações estão prestes a atingir um nível mais baixo do que esta edição do Big Brother", comemorou.
De economia, THE HERALD, REVISTA PIAUI, ESTADÃO
sábado, 18 de maio de 2013
A farsa boliviana
Gravação comprova que tio e advogado de Kevin Beltrán Espada, morto por um sinalizador no jogo Corinthians e San José há três meses, quer dinheiro para inocentar, em depoimento, os 12 torcedores brasileiros presos na Bolívia
Em frente ao hotel Eden, na pequena Oruro, cidade a 3.700 metros de altitude, distante 230 quilômetros da capital boliviana, La Paz, há uma arborizada praça, a Plaza 10 de Febrero. Lá, em uma tarde ensolarada do mês passado, o advogado Jorge Ustarez Beltrán, figura de renome na cidade graças aos serviços prestados a senadores e ministros da Bolívia, colocou as cartas na mesa para o advogado brasileiro Sérgio de Moura Ribeiro Marques, contratado pelas famílias para defender os 12 brasileiros presos há três meses em Oruro. Os torcedores foram apontados como responsáveis pela morte do adolescente boliviano Kevin Beltrán Espada, de 14 anos, alvejado por um sinalizador quando assistia a uma partida de futebol entre Corinthians e San José em fevereiro. “Estou consciente de que os 12 não são culpados”, disse Beltrán, tio de Kevin que assessora juridicamente a família, ao advogado brasileiro.
Na praça, a conversa entre os advogados se desenrolou por cerca de uma hora. Nela, o tio de Kevin insiste para que ele e o colega brasileiro trabalhem juntos para libertar os torcedores do Corinthians. Dias depois, em mais uma hora de diálogo, agora em um restaurante, Beltrán abre o jogo de vez e pede dinheiro para contribuir com a soltura dos brasileiros. “Doutor, te digo com muita sinceridade. Se estamos buscando libertar os 12 torcedores, o caminho não é esse que estamos seguindo. Não é pela pressão política, não é um tema diplomático”, afirma. “Se não trabalharmos juntos, não iremos solucionar nem o problema da família de Kevin nem libertar os 12. Praticamente, o que propomos a vocês é acabar de vez com esse processo. Os familiares (do adolescente morto) buscam uma reparação material, civil, e isso poderia ser assumido pelo Corinthians.” Ou seja, ele deixa claro que o caminho a ser trilhado para a libertação dos torcedores não é o da Justiça, mas o do dinheiro...
De Rodrigo Cardoso, revista ISTO É
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