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sexta-feira, 1 de março de 2013

Estrada federal já tem defeito um mês após a entrega, afirma TCU


Obras em rodovias federais por todo o país são feitas com má qualidade e apresentam defeito até um mês depois de entregues pelas construtoras.

A constatação é do TCU (Tribunal de Contas da União) após auditoria sobre a qualidade da construção de rodovias federais administradas pelo Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

O órgão de controle analisou 11 obras entregues entre 2011 e 2012 e 942 quilômetros de rodovias foram percorridos com aparelhos especiais para medir a resistência e a regularidade do asfalto.

Das 11 vias pesquisadas, 10 apresentaram problemas como afundamentos, trincas, desgaste, deslocamento de pistas e buracos.

Em um caso específico, a BR-230 (Maranhão), os problemas de resistência do piso foram constatados um mês após a obra ter sido entregue. No trecho de 91 quilômetros analisado pelos técnicos, 35% tinham defeitos.

Em geral, as obras são contratadas para durar de cinco a sete anos, com garantia de qualidade assinada em contrato. Todas as vias pesquisadas foram entregues havia menos de 13 meses.

No caso de outra estrada do Maranhão, a situação é ainda pior --cinco meses após a entrega. Nos 320 km analisados, 82% tinham defeitos de resistência, 13%, problemas de regularidade.

Na BR-116 (Ceará), 63% do pavimento estava com problemas de resistência seis meses após concluída.

"Esse fato [o curto espaço de tempo entre o fim da obra e a análise] reforça a tese de que os problemas constatados correram em decorrência da má qualidade dos serviços executados, e não do período de utilização da obra", aponta o relatório do TCU.

Nas nove estradas em que o asfalto apresentou defeitos de resistência, 47% dele (408 km) tinha problemas. Caso tenham que ser refeitos, o prejuízo estimado pelos técnicos seria de R$ 158 milhões.

Além dos problemas de resistência, cinco estradas apresentaram problemas de regularidade do pavimento.

Para os técnicos, esses dois problemas fazem reduzir a vida útil da estrada e causam prejuízo aos cofres públicos.

Somente uma estrada não tinha problema, a BR-392 (Rio Grande do Sul).
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De Dimmi Amora, jornal FOLHA DE SÃO PAULO 

domingo, 13 de janeiro de 2013

Três anos após o terremoto, o "novo Haiti" ainda em obras

Um terreno baldio e uma bandeira é tudo o que resta no local onde existiu o Hati Palácio Nacional, que desabou caiu e 12 de janeiro de 2010 por um terremoto de 7,2 graus na escala Richter. 

Nas ruas da região metropolitana de Port-au-Prince e Petionville, onde viveu por quase dois anos e meio de haitianos e um milhões, mais de 10% do total da população-que perderam suas casas no terremoto, voltaram a parecem estátuas de escravos e heróis desconhecidos da Independência. Mas, três anos depois da tragédia, que matou mais de 300.000 pessoas , centenas de milhares de haitianos ainda vivem em barracas e da assistência da comunidade internacional se comprometeu a entregar para a reconstrução da ilha não acabou alcançando.

A epidemia de cólera e temporadas de furacões subseqüentes ter batido o país, entretanto, e do "novo Haiti", prometeu ainda está em construção.


De Internacional, EL PAÍS

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Preço de imóveis em Fortaleza começa a se estabilizar

Depois de um longo período de valorização crescente, o preço dos imóveis residenciais em Fortaleza tende a se estabilizar nos próximos meses. A avaliação é do vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon - CE), André Montenegro. Segundo ele, um forte indício de que tal previsão se confirme é a redução do ritmo de vendas que vem ocorrendo na Capital cearense nos últimos três meses.

Com os preços crescentes dos terrenos no mercado local e a falta de mão de obra qualificada, os preços consequentemente aumentaram. Montenegro explica que hoje a situação é outra. "O apagão de mão de obra qualificada estamos combatendo com novas tecnologias e com o treinamento. Quanto aos valores dos terrenos não há mais a mesma empolgação, pois os preços já estão ultrapassando o limite do bolso. Então, embora ainda exista muita demanda, os preços terão que se adequar ao consumidor", afirma.

Por Diário do Nordeste