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terça-feira, 21 de maio de 2013

Criação de empregos diminui 9,25% em abril, mostra Caged


A economia brasileira criou 196.913 vagas formais de trabalho em abril. O resultado é 9,25% inferior ao do mesmo mês do ano passado, quando foram gerados 216.974 mil empregos com carteira assinada na série sem ajuste, ou seja, sem considerar os dados que as empresas enviam fora do prazo.
Ontem, a presidente Dilma Rousseff havia antecipado no programa radiofônico Café com a Presidenta que “em abril, foram gerados quase 200 mil novos postos de trabalho”.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgados nesta terça-feira. Em março de 2013 foram criados 112.450 empregos (dado não ajustado).
O saldo de abril ficou pouco acima da média das projeções apurada pelo Valor Data, que previa 193 mil novas vagas no mês. O intervalo das estimativas variou entre 180 mil a 210 mil postos de trabalho criados.
Em abril, foram registradas 1,938 milhão de contratações e 1,741 milhão de demissões. Em 12 meses, o Brasil gerou 1,087 milhão de empregos formais.
Ainda segundo o Caged, no 1º quadrimestre do ano foram criadas 549.064 vagas. No mesmo período em 2012, esse número chegou a 702.059 mil empregos. Vale ressaltar que, no dado referente a 2013, apenas os meses de janeiro a março estão ajustados.
Os dados serão comentados pelo ministro do Trabalho, Manoel Dias. Logo após assumir o cargo, o novo ministro previu a criação de dois milhões de postos de trabalho em 2013.
Setores
Houve abertura de vagas em todos os oito setores acompanhados pelo Ministério do Trabalho. O maior volume de postos foi no segmento de serviços que gerou 75.220 vagas no mês. Já a indústria de transformação criou 40.603 postos de trabalho no período.
Em números absolutos, o terceiro lugar é da construção civil, com 32.921 empregos. Na sequência está a agricultura (24.807), comércio (16.631), administração pública (3.857); serviços industriais de utilidade pública (2.237) e, por fim, a indústria extrativa mineral com 637 empregos.
De acordo com nota do Ministério do Trabalho, “abril foi o primeiro mês em que se verificou crescimento generalizado entre os oito setores da economia”.


De Lucas Marchesini e Eduardo Campos, portal VALOR

quarta-feira, 20 de março de 2013

Geração de empregos cai 18% em fevereiro, diz Caged



A economia brasileira criou 123.446 empregos em fevereiro. O saldo positivo é 18,03% inferior ao do mesmo mês do ano passado, quando foram gerados 150.600 empregos com carteira assinada,  na série sem ajuste sazonal.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
O saldo de fevereiro ficou acima da média das projeções apurada pelo Valor Data, de 98,6 mil novas vagas no mês. O intervalo das estimativas variou entre 60 mil a 135 mil postos de trabalho criados.
Em fevereiro foram registradas 1,774 milhão de contratações e 1,650 milhão de demissões. Em 12 meses, o Brasil criou 1.116.340 empregos formais.
No ano passado, o Brasil gerou 1,3 milhão de empregos, na série com ajuste sazonal, que considera as declarações de criação ou fechamento de vagas de empresas entregues fora do prazo.
Setores
O emprego cresceu em cinco dos oito setores monitorados pelo Caged em fevereiro. O setor de serviços, depois do fraco desempenho em 2012 e início de 2013, foi a novidade no mês passado, criando vagas acima da média (82.061) e liderando entre os setores pesquisados.
Para o MTE, o resultado positivo do emprego em fevereiro “apresenta-se mais próximo da média, o que pode estar assinalando uma reação do mercado de trabalho”.
Houve uma expansão generalizada nos seis ramos do setor de serviços, com ensino respondendo pela metade das vagas líquidas criadas, um recorde para o período.
A indústria de transformação (33.466 vagas) e a construção civil (15.636 postos) continuaram apresentando resultados acima da média. No caso da indústria, 10 dos 12 segmentos monitorados geraram mais emprego no mês passado do que em fevereiro de 2012. “Esse resultado situa-se 36% acima da média do segmento e 70% em relação ao mesmo mês do ano anterior, o que parece confirmar uma a reação do setor”, explica o MTE.
O Caged registrou fechamento de vagas no comércio (-10.414), agricultura (-9.775) e serviços industriais de utilidade pública (-57 vagas).


De Leandra Peres, jornal VALOR ECONOMICO

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Demissões da Azaleia têm impacto devastador em 6 municípios


O fechamento de 12 unidades da Vulcabras Azaleia, anunciado na última sexta-feira, terá um impacto devastador na economia dos seis municípios-sede das fábricas.  Ao todo, foram quatro mil trabalhadores demitidos. Na pequena Firmino Alves, na microrregião de Itabuna, o fechamento da fábrica deixará desempregada cerca de 80% da mão de obra formal da cidade.
Segundo dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), do Ministério do Trabalho, Firmino Alves tem 693  empregos formais, dos quais 570 estão na unidade da Azaleia. Em Itororó, também na região de Itapetinga, o impacto na mercado formal é da ordem de 60%. Dos 2.068 empregos formais, 1.242 estão na indústria calçadista.
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De João Pedro Pitombo e Mário Bittencourt, JORNAL A TARDE, BA