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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Criação de empregos no Brasil cai 82% em novembro



O Brasil abriu 8.381 vagas formais de trabalho em novembro, segundo o último balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho (MTE) nesta quinta-feira. Trata-se do pior dado para novembro desde 2008. Apesar de positivo, o número mostra uma queda de 82,35% na comparação com as 47.486 vagas criadas em novembro de 2013, na série sem ajuste. Em outubro, houve fechamento de 30.283 postos com carteira assinada. Mediana das estimativas da AE Projeções apontava para o fechamento de 24.000 vagas.

O mercado de trabalho brasileiro acumula criação de 938.043 de empregos formais até novembro em 2014, o menor resultado para o acumulado do ano desde 2003, quando houve abertura de 860.887 vagas na série com ajuste. Em relação a 2013, a queda é de 39,3%.

A forte queda na geração de vagas ocorreu em função de demissões no setor de construção civil, que reduziu 48.894 postos no mês passado, seguido pela indústria de transformação, com fechamento 43.700 vagas, e pela agricultura, com fechamento 32.127 de vagas. O desempenho dos três setores comprometeu o resultado positivo do comércio, com geração de 105.043 empregos em novembro. O setor de serviços também criou empregos, totalizando 29.526 novas vagas no mês passado...

De economia, VEJA


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Emprego na indústria cai 0,7% em setembro, ante agosto, diz IBGE


O número de pessoas empregadas pela indústria brasileira diminuiu 0,7% em setembro em relação a agosto, na série com ajustes sazonais, a sexta taxa negativa consecutiva nessa comparação, segundo a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes), divulgada nesta quarta-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com setembro de 2013, o emprego industrial caiu 3,9%. Trata-se do 36º resultado negativo neste tipo de comparação e o pior desde outubro de 2009, quando a indústria reduziu seu pessoal em 5,4%. No acumulado do ano, o emprego industrial recuou 2,8%. Em 12 meses encerrados em setembro, o caiu 2,6%.

A pesquisa do IBGE mostrou ainda que o número de horas pagas na indústria teve retração de 0,2% em setembro na comparação com agosto, descontando-se os efeitos sazonais — quinta taxa negativa em sequência. Na comparação com agosto de 2013, as horas pagas recuaram 4,2%, enquanto o acumulado do ano teve baixa de 3,4%. No acumulado em 12 meses, o número de horas pagas recuou 3,1%...

De Alessandra Saraiva, VALOR

terça-feira, 21 de maio de 2013

Criação de empregos diminui 9,25% em abril, mostra Caged


A economia brasileira criou 196.913 vagas formais de trabalho em abril. O resultado é 9,25% inferior ao do mesmo mês do ano passado, quando foram gerados 216.974 mil empregos com carteira assinada na série sem ajuste, ou seja, sem considerar os dados que as empresas enviam fora do prazo.
Ontem, a presidente Dilma Rousseff havia antecipado no programa radiofônico Café com a Presidenta que “em abril, foram gerados quase 200 mil novos postos de trabalho”.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgados nesta terça-feira. Em março de 2013 foram criados 112.450 empregos (dado não ajustado).
O saldo de abril ficou pouco acima da média das projeções apurada pelo Valor Data, que previa 193 mil novas vagas no mês. O intervalo das estimativas variou entre 180 mil a 210 mil postos de trabalho criados.
Em abril, foram registradas 1,938 milhão de contratações e 1,741 milhão de demissões. Em 12 meses, o Brasil gerou 1,087 milhão de empregos formais.
Ainda segundo o Caged, no 1º quadrimestre do ano foram criadas 549.064 vagas. No mesmo período em 2012, esse número chegou a 702.059 mil empregos. Vale ressaltar que, no dado referente a 2013, apenas os meses de janeiro a março estão ajustados.
Os dados serão comentados pelo ministro do Trabalho, Manoel Dias. Logo após assumir o cargo, o novo ministro previu a criação de dois milhões de postos de trabalho em 2013.
Setores
Houve abertura de vagas em todos os oito setores acompanhados pelo Ministério do Trabalho. O maior volume de postos foi no segmento de serviços que gerou 75.220 vagas no mês. Já a indústria de transformação criou 40.603 postos de trabalho no período.
Em números absolutos, o terceiro lugar é da construção civil, com 32.921 empregos. Na sequência está a agricultura (24.807), comércio (16.631), administração pública (3.857); serviços industriais de utilidade pública (2.237) e, por fim, a indústria extrativa mineral com 637 empregos.
De acordo com nota do Ministério do Trabalho, “abril foi o primeiro mês em que se verificou crescimento generalizado entre os oito setores da economia”.


De Lucas Marchesini e Eduardo Campos, portal VALOR

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Lei garante estabilidade a funcionárias grávidas que cumprem aviso prévio


A presidente Dilma Rousseff sancionou lei que garante estabilidade no emprego a funcionárias gestantes que cumprem aviso prévio. De acordo com o texto, a estabilidade será garantida também em casos de aviso prévio indenizado, que ocorre quando a funcionária recebe o salário referente ao período, mas não é obrigada a comparecer ao serviço. 


A norma foi publicada nesta sexta-feira (17) no Diário Oficial da União e já entra em vigor. O texto diz: “A confirmação do estado de gravidez advindo no curso do contrato de trabalho, ainda que durante o prazo do aviso prévio trabalhado ou indenizado, garante à empregada gestante a estabilidade provisória prevista na Alínea b do Inciso II do Artigo 10 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias."
Antes da publicão desta norma, a lei dizia que uma funcionária não poderia ser demitida sem justa causa a partir do momento da confirmação da gravidez até o quinto mês depois do parto. Mas não havia nenhuma menção sobre as mulheres nestas condições que estivessem sob aviso prévio, o que acabou levando o caso à Justiça. 
Em fevereiro, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a gravidez ocorrida no período do aviso prévio, ainda que indenizado, garante à trabalhadora a estabilidade provisória no emprego até cinco meses após o parto. O processo analisado na Corte foi o caso de uma trabalhadora que ficou grávida no período do aviso prévio e conseguiu o direito de receber os salários e demais direitos correspondentes ao período da garantia provisória de emprego assegurada à gestante.

De EK, revista ÉPOCA

quarta-feira, 20 de março de 2013

Geração de empregos cai 18% em fevereiro, diz Caged



A economia brasileira criou 123.446 empregos em fevereiro. O saldo positivo é 18,03% inferior ao do mesmo mês do ano passado, quando foram gerados 150.600 empregos com carteira assinada,  na série sem ajuste sazonal.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
O saldo de fevereiro ficou acima da média das projeções apurada pelo Valor Data, de 98,6 mil novas vagas no mês. O intervalo das estimativas variou entre 60 mil a 135 mil postos de trabalho criados.
Em fevereiro foram registradas 1,774 milhão de contratações e 1,650 milhão de demissões. Em 12 meses, o Brasil criou 1.116.340 empregos formais.
No ano passado, o Brasil gerou 1,3 milhão de empregos, na série com ajuste sazonal, que considera as declarações de criação ou fechamento de vagas de empresas entregues fora do prazo.
Setores
O emprego cresceu em cinco dos oito setores monitorados pelo Caged em fevereiro. O setor de serviços, depois do fraco desempenho em 2012 e início de 2013, foi a novidade no mês passado, criando vagas acima da média (82.061) e liderando entre os setores pesquisados.
Para o MTE, o resultado positivo do emprego em fevereiro “apresenta-se mais próximo da média, o que pode estar assinalando uma reação do mercado de trabalho”.
Houve uma expansão generalizada nos seis ramos do setor de serviços, com ensino respondendo pela metade das vagas líquidas criadas, um recorde para o período.
A indústria de transformação (33.466 vagas) e a construção civil (15.636 postos) continuaram apresentando resultados acima da média. No caso da indústria, 10 dos 12 segmentos monitorados geraram mais emprego no mês passado do que em fevereiro de 2012. “Esse resultado situa-se 36% acima da média do segmento e 70% em relação ao mesmo mês do ano anterior, o que parece confirmar uma a reação do setor”, explica o MTE.
O Caged registrou fechamento de vagas no comércio (-10.414), agricultura (-9.775) e serviços industriais de utilidade pública (-57 vagas).


De Leandra Peres, jornal VALOR ECONOMICO

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

CNI: Capacidade instalada na indústria brasileira cresce em novembro


BRASILIA - A utilização a capacidade instalada na indústria brasileira subiu para 81,4 poe cento  o faturamento cresceu 2,5 por cento em novembro de 2012, mas o setor ainda enfrenta processo de lenta recuperação, informou a Confederação Nacional da Indústria (CNI nesta quinta-ira.

O uso da capacidade instalada no penúltimo mês do ano passado ficou acima da leitura de 81,2 or cento registrada em outubro, mas estável em comparação a igual mês de2011, conforme dados dessazonalizados.

A elevação de 2,5 por cento no faturamento em novembro frente a outubro foi a primeira após dois meses de queda.
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Já o emprego industrial teve ligeiro acréscimo de 0,2 por cento na comparação com outubro e de 0,5 por cento ante igual mês do ano anterior. (...)

De Luciana Otoni, Portal REUTERS BRASIL

sábado, 8 de dezembro de 2012

Justiça determina reintegração de 850 funcionários demitidos da Webjet

Ex-funcionários da extinta Webjet protestam contra o Cade durante manifestação contra os royalties no Rio
 
A Justiça do Trabalho do Rio determinou a anulação e a reintegração dos 850 funcionários demitidos pela Webjet no último dia 23 de novembro.
 
A decisão liminar (provisória) foi concedida na quinta-feira (6) pelo juiz da 23ª Vara do Trabalho, Bruno de Paulo Vieira Mazini, a pedido da procuradora do Trabalho Lucia de Fátima dos Santos Gomes.
 
Em caso de descumprimento, a Webjet, que pertence à Gol Linhas Aéreas, deverá pagar multa diária de R$ 20 mil por trabalhador.
 
A Gol Linhas Aéreas afirmou, por meio de sua assessoria, que ainda não foi notificada da decisão e que não iria se manifestar, por enquanto, sobre o assunto.
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De JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Câmara aprova propostas para criar cerca de 10 mil cargos no Executivo

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em votação realizada nesta quarta-feira, a criação de cerca de 10 mil empregos no âmbito do Executivo Federal. Os cargos são provenientes de dois projetos de lei que serão encaminhadas para votação no Senado antes de seguirem para sanção da presidente Dilma Rousseff.

O presidente da Câmara, Marco Maia, explicou que a rapidez na votação foi necessária para permitir que o Senado analise os projetos antes do fim do ano, pois os reajustes valem a partir de 1º de janeiro de 2013.

O projeto de lei 4.365/2012 prevê a criação de mais de 7 mil cargos em 10 agências reguladoras, entre elas a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Agência Nacional de Águas (ANA) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Outros quase 3 mil cargos - para Polícia Rodoviária Federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Ministério da Integração Nacional, entre outros - são previstos no projeto de lei 2.204/2012.

De País, JORNAL DO BRASIL, RJ

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Demissões da Azaleia têm impacto devastador em 6 municípios


O fechamento de 12 unidades da Vulcabras Azaleia, anunciado na última sexta-feira, terá um impacto devastador na economia dos seis municípios-sede das fábricas.  Ao todo, foram quatro mil trabalhadores demitidos. Na pequena Firmino Alves, na microrregião de Itabuna, o fechamento da fábrica deixará desempregada cerca de 80% da mão de obra formal da cidade.
Segundo dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), do Ministério do Trabalho, Firmino Alves tem 693  empregos formais, dos quais 570 estão na unidade da Azaleia. Em Itororó, também na região de Itapetinga, o impacto na mercado formal é da ordem de 60%. Dos 2.068 empregos formais, 1.242 estão na indústria calçadista.
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De João Pedro Pitombo e Mário Bittencourt, JORNAL A TARDE, BA

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Gol confirma fim da Webjet e demitirá 850 funcionários

A Gol anunciou nesta sexta-feira, em conferência, que vai acabar com a marca Webjet e demitir 850 funcionários da companhia. O fim da marca, no entanto, não vai afetar nenhum voo já adquirido por consumidores - todos os bilhetes já foram realocados em outros voos, segundo o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.

"A WebJet possui uma frota composta majoritariamente por aviões Boeing 737-300, de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica. Com os novos patamares de custo do setor no Brasil, esse modelo deixou de ser competitivo", disse a Gol em fato relevante.
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De Economia, JORNAL DO BRASIL, RJ

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O fim da "Sinhazinha" é agora


Sinhazinhas e mucamas


Não é à toa que a grande maioria dessas empregadas seja de origem negra. Historicamente, trabalham em casas de família
Alvíssaras. O Brasil ensaia entrar na contemporaneidade. A Câmara dos Deputados aprovou ontem, em primeiro turno, a Emenda Constitucional das empregadas, babás, cozinheiras e outros funcionários, digamos, “domésticos”. É o começo do fim de uma excrescência prevista em nossa Constituição.
Em resumo, o texto aprovado até aqui (ainda vai para o Senado) estende a elas e eles os 16 direitos já assegurados aos demais trabalhadores urbanos e rurais contratados pelo regime de Consolidação das Leis do Trabalho. Inclua-se aí o adicional noturno e a jornada de trabalho de oito horas diárias (44 horas semanais).
É o início do fim de uma das piores manifestações da formação social, econômica e cultural do Brasil. Da forma como conhecemos e convivemos, as relações de trabalho nos empregos domésticos reproduzem indeléveis características da escravidão.
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De Fábio Campos, O POVO, CE


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Riachuelo abre mais de 8 mil vagas temporárias para o final do ano

A Riachuelo está com mais de 8 mil vagas temporárias abertas em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. As contratações ocorrerão neste mês. Os interessados devem se cadastrar através do link “trabalhe conosco” no site www.riachuelo.com.br até 20 de novembro.

São 1.800 vagas em São Paulo, 900 no Rio de Janeiro, 400 no Distrito Federal, 400 em Goiás, 40 no Tocantins, 200 em Mato Grosso do Sul, 200 em Mato Grosso, 400 no Ceará, 100 no Piauí, 300 no Maranhão, 400 no Rio Grande do Norte, 400 em Pernambuco, 200 na Paraíba, 200 em Alagoas, 500 na Bahia, 170 em Sergipe, 300 no Amazonas, 250 no Pará, 70 no Acre, 340 no Espírito Santo, 450 em Minas Gerais, 120 no Rio Grande do Sul, 80 em Santa Catarina e 250 no Paraná.
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De Concursos e Empegos, G1

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Desemprego não é sinônimo de férias

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Foi demitido? Demitiu-se? Se você está desempregado, por muito ou pouco tempo, pare de se lamentar e comece a trabalhar. Isso mesmo. Talvez esse período seja um dos mais trabalhosos que você enfrentará na sua vida profissional. O artigo de hoje é sobre um dos maiores erros que as pessoas cometem ao saírem do mercado de trabalho: acomodar-se.

É muito fácil apontar para o outro, mas é difícil encontrar alguém que realmente trabalhe duro para encontrar um novo emprego. O comum é o sujeito acordar tarde, assumir tarefas domésticas que antes não realizava, e utilizar o computador mandando um ou outro currículo - e ainda reclama que o mercado está desaquecido. Pior ainda é quando a pessoa não precisa do dinheiro, pois tem um companheiro que pode arcar com as contas da casa e dos filhos. Nesses casos, é comum ver pessoas dedicando-se a hobbies e indo ao cinema no meio da tarde. Se a intenção não é voltar a trabalhar, ótimo. Entretanto, se o objetivo é encontrar um novo emprego, essas atitudes só dificultam o processo.

Mandar currículos aos e-mails das empresas dificilmente dá retorno positivo sem uma apresentação prévia. O ideal é ter (e manter) uma boa rede de contatos, para que o profissional possa usufruí-la no momento da demissão. Ir a palestras, seminários e eventos com outros profissionais sempre são experiências enriquecedoras nesse sentido. Dá trabalho? Com certeza. Mas, como tudo na vida, nada que é bom vem de graça. É preciso muito esforço.
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De Vida Executiva, Bernt Entscchev, REVISTA AMANHÃ

sábado, 20 de outubro de 2012

Criação de empregos no Brasil cai em setembro na comparação anual


Foram criadas 150.334 vagas com carteira assinada no Brasil em setembro deste ano, queda de 28% em relação ao mesmo mês de 2011, quando foram gerados 209.078 postos de trabalho. É o pior desempenho para o mês desde 2002.
Os dados constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho (MTE), divulgados nesta quarta-feira.
Na comparação com agosto deste ano, o número de vagas criadas em setembro registrou alta de 0,39%.
No acumulado de 2012, os novos empregos com carteira assinada somam 1,574 milhão, queda de 24% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram geradas 2,079 milhões de vagas formais.

De BBC Brasil