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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Da Arena ao DEM: Repaginado, partido criado a partir de agremiação que apoiou ditadura se reaproxima da Presidência



A ditadura militar se aproximava do fim quando o ex-governador baiano Antônio Carlos Magalhães (ACM) peitou um dos homens mais fortes do regime: o ministro da Aeronáutica, brigadeiro Délio Jardim de Matos.

Matos acusara ACM de traição por rejeitar a candidatura do governista Paulo Maluf na eleição indireta para a Presidência e apoiar o oposicionista Tancredo Neves.

ACM retrucou: "Traidor é quem apoia corruptos".

A declaração expôs o racha que resultaria no partido que, passados 33 anos e após nova metamorfose, volta a se acercar da cadeira presidencial - agora com o nome Democratas (DEM) e liderado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que assumirá o Planalto se Michel Temer for afastado.

"Foi um lance genial", lembra David Fleischer, professor de ciência política da Universidade de Brasília (UnB).

Criticar publicamente um ministro da ditadura poderia significar o fim de uma carreira política - ou algo pior...

De João Fellet, BBC

terça-feira, 2 de abril de 2013

Em entrevista, Marco Feliciano se diz perseguido por "ditadura gay"

Brasília, 2 abr (EFE).- O deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e acusado de racismo e homofobia, afirmou em entrevista publicada nesta terça-feira pela "Folha de S.Paulo" que o país vive sob "ditadura gay" que o "persegue".

Feliciano, pastor evangélico, foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados no mês passado e desde então foi objeto de protestos em todo o país por sua rejeição à homossexualidade e por declarações polêmicas nas quais afirmou que a etnia negra é "amaldiçoada" e que a Bíblia diz isso.


De agência EFE