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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Marina disse que Dilma e o vice-presidente Michel Temer (PMDB) são os responsáveis pelos desmandos geradores...


A ex-senadora e ex-candidata a presidente da República Marina Silva (Rede) retomou as críticas à presidente Dilma Rousseff (PT) e afirmou, em entrevista à Rádio Gaúcha, que a adversária "não tem mais a liderança política no País nem maioria no Congresso".

Marina disse que Dilma e o vice-presidente Michel Temer (PMDB) são os responsáveis pelos desmandos geradores, na avaliação dela, da crise brasileira e defendeu o processo de cassação da chapa vitoriosa das eleições de 2014 como forma de afastá-los do cargo.

"No meu entendimento, o melhor caminho para o Brasil é o processo que está no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), porque teria a cassação da chapa com a comprovação de que o dinheiro da corrupção foi usado para a campanha do vice e da presidente", afirmou Marina...

De política, CORREIO BRAZILIENSE

sábado, 31 de janeiro de 2015

Lula, Dilma e a cadeia alimentar



Poucos duvidam que no topo da cadeia alimentar da corrupção estarão os verdadeiros beneficiários deste que é o maior esquema de corrupção da história do Brasil, e pode juntar das as roubalheiras do período colonial, da época das coroas portuguesa, holandesa e outras corroas, do período pré e pós republicano, do estado novo e finalmente na redemocratização brasileira.

Olha que o ex-presidente Fernando Collor foi acusado inicialmente de ser presenteado com um automóvel modelo Elba da Fiat, pense em um automóvel feio, e que chegou ao processo de cassação terminado no impeachment, ai veio toda aquela descoberta dos modos operantes do PC Farias, seu fiel colaborado, e que atuava na escuridão.

Agora é bem diferente, pois temos uma linha de crédito dentro do orçamente chamada de PAC, que canaliza recursos para obras operadas pelas estatais Petrobras, Eletrobrás e outras, temos outros agentes financeiros como BNDES, BB e Caixa, temos os operadores que fazem a ponte do dinheiro público para os particulares, temos as lavanderias, e principalmente sabemos qual o objetivo e a razão de todo roubalheira.

Pode até ser que ao final desta gigantesca operação do Lava Jato venha a concluir quê, contra o ex-presidente Lula e a presidente Dilma não se pode imputar qualquer participação direta ou indireta nos esquemas do Mensalão e agora do Petrolão, mas ninguém que tenha um pouquinho só de inteligência pode negar que estes dois políticos foram os principais favorecidos no oceano de lama, grana e poder instalado no país.


De Julio Cunha, CINZA E GELO 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Procuradoria eleitoral pede cassação de Pimentel e vice pela 2ª vez



A Procuradoria Regional Eleitoral de Minas (PRE-MG) apresentou nesta quinta-feira (8) o segundo pedido de cassação do governador Fernando Pimentel (PT) e de seu vice, Antônio Andrade (PMDB), por irregularidades nas contas de campanha. O pedido ainda precisa ser analisado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG). A campanha petista garantiu que cumpriu a legislação na prestação de contas.

Na representação, a procuradoria sustenta que Pimentel teria cometido diversas irregularidades, como ultrapassar o limite de gastos estipulado por seu partido em R$ 10,1 milhões, omitir despesas realizadas por outros candidatos que favoreceram a campanha do petista, emitir fora do prazo recibos eleitorais e deixar de registrar doações. Os argumentos foram os mesmos apresentados em dezembro pela PRE-MG e também entregues à Justiça Eleitoral, que ainda não se posicionou sobre o caso.

Uma das suspeitas apontada pela PRE-MG diz respeito à transferência de recursos feitas por Pimentel a seu Comitê Financeiro. “Ao invés de realizar os gastos diretamente, ele preferiu transferi-los ao comitê, correndo o risco de ultrapassar o limite de gastos”, aponta a procuradoria...

De Isabella Lacerda, O TEMPO


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Câmara cassa mandato de Vargas; só cearense votou contra


Desta forma, o ex-petista - que é acusado de envolvimento com um dos personagens centrais do escândalo na Petrobras - fica inelegível até 2022, como exige a Lei da Ficha Limpa. Único voto contrário foi de José Airton (PT)

Acusado de envolvimento com um dos pivôs do escândalo de desvio de recursos da Petrobras, André Vargas (ex-PT-PR) teve seu mandato cassado ontem pela Câmara dos Deputados. Com isso, ele não poderá disputar eleições até 2022, como determina a Lei da Ficha Limpa.

A perda do mandato foi aprovada, em votação aberta, por 359 votos -eram necessários 257 votos. Também foi registrado um voto contrário à perda do mandato e seis abstenções. O único que votou contra a cassação de Vargas foi o deputado cearense José Airton (PT), apesar da orientação contrária do partido de apoiar a punição do ex-filiado.

A votação ocorreu apesar de uma operação deflagrada por Vargas e por colegas do PT para tentar derrubar a sessão. Após destituir seu advogado de defesa, o petista enviou um atestado médico ao comando da Câmara alegando que passou por um procedimento cirúrgico e não poderia estar presente para se defender. Solicitou que a votação fosse adiada para depois do próximo dia 16, a um dia do encerramento dos trabalhos do plenário antes do recesso. Aliado de Vargas, o deputado José Mentor (PT-SP) chegou a encerrar a sessão por falta de quórum numa ação tumultuada faltando ainda duas horas para o fim do prazo regimental da reunião.

Mentor aproveitou um desentendimento em relação à presença do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) na Presidência da sessão, tomou a cadeira e declarou o encerramento da reunião por falta de quórum. O gesto irritou o relator do processo, deputado Julio Delgado (PSB-MG), o presidente do Conselho de Ética, Ricardo Izar (PSD-SP), e líderes da oposição que cobraram do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) a reabertura dos trabalhos...

De política, O POVO

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Advogados de Carlomano entram com liminar para suspender cassação

O pedido tem caráter de urgência e será julgado pelo juiz Francisco Luciano Lima Rodrigues. O mais provável é que a decisão saia amanhã

Os advogados do deputado estadual Carlomano Marques (PMDB) entraram com um pedido de liminar no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-CE), para tentar impedir a cassação imediata do parlamentar, determinada em dezembro pelo tribunal.

De acordo com a assessoria do TRE, a ação cautelar pedindo a liminar deu entrada no tribunal no último dia 28, mas só hoje chegou à presidência do órgão, que estava em recesso. O pedido tem caráter de urgência e será julgado pelo juiz Francisco Luciano Lima Rodrigues. O mais provável é que a decisão saia amanhã.

Hoje seria o prazo inicial para que o TRE enviasse um ofício à Assembleia Legislativa noticiando a Casa sobre a cassação de Carlomano. Logo depois que o TRE determinou a cassação, no início de dezembro, os advogados do parlamentar haviam entrado com recurso.
Porém, o TRE só poderá julgar os recursos em sessão. Como as sessões do órgão só voltam a ocorrer no próximo dia 21, os advogados do parlamentar decidiram entrar com a ação cautelar, que é julgada com urgência.

Caso o juiz aceite o pedido, Carlomano continua com seu mandato até o julgamento dos recursos. Caso o juiz negue a liminar, a Assembleia será notificada da cassação nos próximos dias e ele perderá o mandato imediatamente.

De Marcos Robério, Política, O POVO Online

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Da tribuna, deputado contesta TRE e ataca O POVO

Discurso de peemedebista foi uma reação ao resultado da Corte que, com base em reportagem do O POVO, cassou o mandato do parlamentar por crime de compra de voto. Ele disse que vai recorrer da decisão


Um dia depois de ter o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o deputado Carlomano Marques (PMDB) subiu à tribuna da Assembleia para contestar a decisão da Corte. Segundo o parlamentar, a condenação por compra de votos na eleição de 2010 – determinada na última segunda-feira por 4 dos 6 votos do pleno do TRE – se baseia apenas em “presunções”, sem a apresentação de provas materiais que o relacionem a crimes eleitorais.

“Eu estou sendo condenado porque alguns julgadores acharam que ‘a irmã dele pediu voto porque ele mandou’, e o nome disso é presunção. Não se pode condenar ninguém por presunção”, disse o deputado, que afirma que estava em Aracati no momento das denúncias.

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De Política, JORNAL O POVO, CE