Mostrando postagens com marcador Marina Silva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marina Silva. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Pesquisa aponta Lula com 30%, Bolsonaro, 16%, e Marina, 15%


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve a liderança nas intenções de voto para a eleição presidencial de 2018 com 30% da preferência do eleitorado, à frente da ex-ministra Marina Silva (Rede) e do deputado Jair Bolsonaro (PSC), que aparecem empatados com 15%, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira.
Em cenário tendo o prefeito de São Paulo, João Doria, como candidato do PSDB, Lula passou de 31% em abril para os atuais 30%, enquanto Bolsonaro foi de 13% para 15 e Marina saiu de 16 para os mesmos 15%. O tucano aparece em quarto lugar, com 10%, um ponto acima do levantamento anterior.
Lula também alcança os 30% de preferência do eleitorado quando o governador paulista, Geraldo Alckmin, substitui Doria como concorrente do PSDB. Nesse cenário, Bolsonaro fica um ponto à frente de Marina, 16 a 15%, e o tucano aparece com 8 pontos. Bolsonaro sobe ante os 5% de levantamento realizado em dezembro de 2015, enquanto Marina cai dos 24% que possuía...

De Redação, Jornal Hoje em Dia

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Marina disse que Dilma e o vice-presidente Michel Temer (PMDB) são os responsáveis pelos desmandos geradores...


A ex-senadora e ex-candidata a presidente da República Marina Silva (Rede) retomou as críticas à presidente Dilma Rousseff (PT) e afirmou, em entrevista à Rádio Gaúcha, que a adversária "não tem mais a liderança política no País nem maioria no Congresso".

Marina disse que Dilma e o vice-presidente Michel Temer (PMDB) são os responsáveis pelos desmandos geradores, na avaliação dela, da crise brasileira e defendeu o processo de cassação da chapa vitoriosa das eleições de 2014 como forma de afastá-los do cargo.

"No meu entendimento, o melhor caminho para o Brasil é o processo que está no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), porque teria a cassação da chapa com a comprovação de que o dinheiro da corrupção foi usado para a campanha do vice e da presidente", afirmou Marina...

De política, CORREIO BRAZILIENSE

domingo, 21 de junho de 2015

Aécio lidera corrida presidencial com 35%, mostra simulação do Datafolha


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) alcançou 35 por cento das intenções de voto, segundo simulação de eleição para presidente da República feita pelo Datafolha, publicada neste domingo pelo jornal Folha de S.Paulo.

O tucano tem dez pontos de vantagem sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em terceiro lugar, com 18 por cento das intenções, aparece a ex-senadora Marina Silva (PSB).

Luciana Genro (PSOL), o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB) e Eduardo Jorge (PV) alcançaram 2 por cento cada um.

Aécio, que disputou o segundo turno com Dilma na última eleição, aparece na frente após a reprovação da presidente ter aumentado, segundo pesquisa Datafolha publicada no sábado.

O Datafolha também fez uma simulação de disputa presidencial com o nome do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), no lugar de Aécio.

Neste caso, Lula e Marina empatariam tecnicamente em primeiro lugar, com 26 e 25 por cento, respectivamente --a margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos.

Alckmin ficaria em terceiro lugar, com 20 por cento.

O Datafolha fez 2.840 entrevistas na quarta-feira e quinta-feira.

De política, REUTERS

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Marina Silva é eleita 'mulher do ano' por jornal britânico



Marina Silva é capa do jornal britânico Financial Times como A Mulher do Ano. No artigo, um perfil superelogioso dizendo que ela é "uma idealista de verdade". Lê-se nas entrelinhas que Dilma foi uma ganhadora-perdedora das eleições. Ela está ao lado de outras 14 personalidades como Hadiza Bala Usman, ativista da campanha Bring Back Our Girls; a tenista Serena Williams, a professora Mary Beard, que combate a trolagem sexista nas redes sociais, a presidente da ONG Médicos Sem Fronteiras, Joanne Liu e Amal Clooney, a advogada mulher de George Clooney. O jornal diz que Marina venceu a batalha contra a pobreza ao ir do analfabetismo a duas eleições para a presidência do Brasil. Ela diz que o maior tesouro do Brasil não é o pré-sal, mas as 38 tribos indígenas que ainda não entraram em contato com a civilização na Floresta Amazônica. O jornal também diz que há poucos políticos com uma concepção tão moderna quanto Silva. Ela também comenta os ataques que sofreu do PT durante a campanha eleitoral, quando foi taxada desde de representante dos bancos a alguém que acabaria com o programa Bolsa Família. "Foi um processo de desconstrução, não apenas para ganhar a eleição, mas para destruir a pessoa, para aniquilar ele ou ela", disse.

De Bruno Astuto, ÉPOCA

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Declaração de Marina Silva sobre ataques contra Feliciano é destaque no microblog


A declaração de Marina Silva sobre as críticas que o pastor Marco Feliciano vem recebendo à frente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara é um dos assuntos mais replicados no Twitter nesta quarta-feira (15).

Em entrevista à Rádio Jornal, a ex-senadora afirmou que o deputado é criticado "por ser evangélico". Feliciano sofre pressões para deixar o comando da comissão por suas declarações polêmicas em relação aos gays e negros. Ele é alvo de inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) por preconceito e discriminação.


"Não devemos fazer esse debate dessa forma", disse a ex-senadora, usando em seguida seu próprio nome para exemplificar. "O despreparo da Marina é porque ela está despreparada, não porque é evangélica."

As críticas, segundo ela, "devem ser feitas pelas ações e atitudes, não porque se é ateu, católico, evangélico, espírita ou judeu".


De portal FOLHA

sexta-feira, 22 de março de 2013

Dilma tem 58%, Marina, 16%, e Aécio, 10%, diz Datafolha



A presidente Dilma Rousseff lidera a mais nova pesquisa Datafolha de intenções de voto para a Presidência da República. Se a eleição fosse hoje, a petista teria 58%, seguida pela ex-senadora Marina Silva, que tenta viabilizar sua própria sigla, a Rede, com 16%.

Logo atrás estão o senador Aécio Neves (PSDB-MG), com 10%, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que aparece com 6% das intenções de voto. Neste cenário, 6% declararam voto nulo ou em branco, e 3% disseram não saber em quem votar.
...


De Leandro Colon, jornal FOLHA DE SÃO PAULO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Dilma não entende nova economia, afirma Marina


Depois de os pré-candidatos a presidente pelo PT, PSDB e PSB se atacarem mutuamente nos últimos dias, ontem foi a vez de Marina Silva também fazer observações ácidas sobre sua principal adversária em 2014.

Ao falar sobre a administração de Dilma Rousseff, a pré-candidata a presidente da República pelo novo partido Rede Sustentabilidade disse à Folha e ao UOL que o Brasil teve um "crescimento pífio" nos últimos dois anos. "Um presidente da República não é para ser o gerente do país. O presidente da República é para ter visão estratégica". Ela concedeu a entrevista ao projeto "Poder e Política".

Para Marina, "o desafio do Brasil é a mudança do modelo de desenvolvimento" e "a presidente Dilma não foi capaz de entender. Mas não só ela. O PT não foi capaz de entender. O PSDB não é capaz de entender essa nova agenda que se coloca para o mundo".

Entre os possíveis adversários na corrida presidencial de 2014, só Eduardo Campos, do PSB, foi poupado por Marina. Ela apenas diz considerar legítimo que o governador de Pernambuco dispute o Planalto...


De Fernando Rodrigues, jornal FOLHA DE SÃO PAULO

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Marina Silva diz que foco de novo partido não é eleição de 2014


BRASÍLIA, 16 Fev (Reuters) - A ex-senadora e ex-candidata à Presidência Marina Silva afirmou neste sábado, em evento que organiza a criação de uma nova legenda política no país, que o novo partido não tem como finalidade as eleições presidenciais de 2014, mas preencher um vazio ético e de participação social na política brasileira.
Marina afirmou ainda que a nova sigla não será "nem posição, nem oposição" ao atual governo, lembrando frase do ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab que, ao criar o PSD em 2011, afirmou que o partido não era centro, nem direita nem esquerda.
"Não pode ser um partido para eleição, não é o principal. Estamos com uma nova visão de mundo, de sujeito político, que não é mais expectador da política. Esse sujeito é protagonista", disse ela ao discursar no evento, que se realiza em Brasília.
"Me perguntam se somos posição ou oposição à Dilma. Eu digo: nem posição, nem oposição", acrescentou a ex-ministra do Meio Ambiente do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que à época teve duros embates com a então chefe da Casa Civil, hoje presidente da República Dilma Rousseff.
Marina concorreu à Presidência da República em 2010 pelo PV e teve quase 20 milhões de votos, votação considerada decisiva para forçar o segundo turno entre Dilma e o tucano José Serra.
O movimento, que tem Marina como principal estrela e que resultará na 31a legenda partidária do Brasil é chamado de Rede Pró-Partido e quer ter base na sociedade civil. Entre seus apoiadores estão ex-integrantes do PT --como a própria Marina--, PSDB, PSB e PPS.
A ex-senadora chegou ao local do evento acompanhada da também ex-senadora Heloísa Helena. Artistas gravaram mensagens e enviaram fotos apoiando o movimento, entre eles o também ex-ministro da Cultura de Lula Gilberto Gil.

De Ana Flor, edição de Aluísio Alves, Agência REUTERS BRASIL

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Marina Silva: Dona Culpa

Quando começam as chuvas, todos sabemos que haverá enchentes nas grandes cidades, desbarrancamento e moradias soterradas nos morros. A culpa, segundo os agentes públicos, é do excesso de chuvas e da insistência dos moradores em permanecer no local.


Mais um ano de seca no sertão nordestino. Estados e municípios disputam desesperados os recursos para barragens, carros-pipa, poços, atendimento de emergência. A culpa? Das pessoas que moram em lugar errado e da natureza, que mandou toda a água para outra região.

Já estamos nos acostumando com essa lógica. Nos anos de crescimento e bonança, os que estão no poder arvoram-se a dar lições ao mundo; nos anos das vacas magras, o problema é a crise na Europa, a guerra cambial, a falta de ousadia dos empresários... Para os que estão na oposição, o sucesso é resultado de alguma decisão anterior ao governo atual, enquanto o fracasso vem dos erros cometidos por esse.

Atualmente, voltamos à "interrupção no fornecimento" de energia (há que se buscar novos nomes para o velho apagão) que, como sabemos, nos últimos anos teve vários culpados: faltou chuva nos reservatórios, um raio desligou a transmissão, o calor fez todo mundo ligar o ventilador.

Mas o ministro tem um jargão na ponta da língua que sintetiza o condomínio dos culpados: "problemas ambientais'. Leia-se índios e ecologistas, que atrasam a construção de usinas. Uns não têm força para demarcar e proteger suas terras, outros não conseguem impedir a desfiguração do Código Florestal, mas o ministro diz que, juntos, têm o poder de apagar a luz do país.

Cá entre nós, desconfio que o planejamento energético brasileiro é atrasado e não prevê a diversificação e distribuição necessária para superar os limites de nossa matriz energética.

Digo "desconfio" porque quase ninguém conhece os planos desse setor, herança e continuação das estruturas centralizadas, anteriores à democratização do país. Os poucos que têm acesso parecem muito competentes, mas não podem vencer um exército de índios.

A culpa do apagão e de todos os desastres anuais previsíveis e anunciados não pode ser dos políticos e gestores públicos. Afinal, quem escolhe os diretores de órgãos públicos e agências? 

Quem coloca afilhados políticos em cargos técnicos? Quem faz acordos para entregar ministérios com "porteira fechada" aos partidos políticos? Quem nomeia os que, pouco tempo depois, serão flagrados em atos ilícitos e práticas de corrupção?

Não, certamente a culpa não pode ser dos que planejam, coordenam e executam as políticas públicas nas cidades, nos Estados e no país.

Convoquem o povo, os índios, os ecologistas, a chuva. Alguém terá que se casar com dona Culpa.


De Marina Silva, Jornal FOLHA DE SÃO PAULO