Mostrando postagens com marcador Inep. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inep. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Estudantes já podem ver a correção das redações do Enem 2012


Os estudantes que fizeram o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012 já podem acessar hoje a correção das redações. O estudante deverá entrar no site do Enem com o CPF ou o número de inscrição e a senha.

As correções terão apenas finalidade pedagógica, ou seja, não serão passíveis de recurso. Ao todo, segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) foram corrigidas 4.113.558 redações, das quais 1,82% estavam em branco e 1,76% obtiveram nota zero. Os candidatos já tiveram acesso às notas, divulgadas no dia 28 de dezembro do ano passado.

No início do ano, estudantes de todas as regiões do país recorreram à Justiça para conseguir acesso à correção antes do período de inscrição do Sisu (Sistema de Seleção Unificada), pelo qual instituições públicas de educação superior oferecem vagas a candidatos participantes do Enem. Casos como o de Thanisa Ferraz de Borba chegaram a ameaçar o cronograma do Sisu que, por decisão da Justiça Federal em Bagé, no Rio Grande do Sul, só poderia encerrar o prazo de inscrição após o julgamento da ação.


De  Agência Brasil, portal FOLHA

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Enem 2013: Justiça manda liberar acesso às redações antes do Sisu

RIO - A Justiça Federal acolheu o pedido do Ministério Público Federal no Ceará e determinou que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) antecipe o acesso às provas de redação aos estudantes que fizeram o Enem 2012, em 48 horas, antes das inscrições nos Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que começam na próxima segunda-feira (7).

De acordo com a liminar concedida pelo juiz Danilo Fontenelle Sampaio, de plantão na 11ª Vara Federal, as redações devem ser divulgadas devidamente corrigidas e acompanhadas de justificativas da pontuação, incluindo os espelhos de referidas provas.

Na decisão, Sampaio justifica que a divulgação das redações, prevista inicialmente para 6 de fevereiro pelo Ministério da Educação (MEC), “macula o direito dos estudantes terem suas reais notas de redação eventualmente revistas apreciadas no Sistema de Seleção Unificada”.

Além da questão apresentada pelo Ministério Público Federal, o juiz federal acrescenta que “as circunstâncias citadas indicam ainda mais manifesta a necessidade da tutela pretendida ao mesmo tempo em que sugerem que o Inep, desde agosto de 2011, data de referido Termo de Ajuste de Conduta, tenha tido a boa fé e o cuidado de criar soluções na área de tecnologia da informação que permitam, com segurança e agilidade, a disponibilização dos dados a todos os interessados”.
Autor da ação, o procurador da República Oscar Costa Filho também solicitava que os estudantes que continuarem insatisfeitos com as explicações da correção, diante da incompatibilidade entre as notas atribuídas nas redações e os critérios previamente estabelecidos, possam ter o direito de reclamar e receber uma reposta. Quando a essas reclamações, Sampaio entendeu que o pedido deverá ser melhor apreciado pela Justiça Federal, já que não se apresenta tamanha urgência.

O MEC informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que irá recorrer da decisão, através da Advocacia Geral da União (AGU).


De Educação, O GLOBO Online