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domingo, 21 de junho de 2015

Reprovação a Dilma bate recorde e chega a 65%


A avaliação da presidente Dilma Rousseff é considerada ruim ou péssima para 65% do eleitorado, segundo divulgou neste sábado o Datafolha. O porcentual é um novo recorde na série histórica do instituto desde janeiro de 2011, quando Dilma começou seu primeiro mandato. Em relação à pesquisa realizada em abril, a reprovação subiu cinco pontos porcentuais.

De acordo com o levantamento, realizado entre quarta e quinta-feira passadas, essa taxa de reprovação é a pior desde os 68% de ruim ou péssimo alcançados pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello em setembro de 1992, a poucos dias antes de seu impeachment. Como a margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, trata-se de um empate técnico.

O Datafolha apurou ainda que apenas 10% dos entrevistados classificam o governo da petista como bom ou ótimo, três pontos a menos do que o verificado em abril. Outros 24% consideram seu governo regular. O instituto entrevistou 2.840 pessoas em 174 municípios. Fonte: Estadão Conteúdo 

De política, ANSA

sábado, 20 de abril de 2013

Prodi renuncia a candidatura à presidência da Itália, ex-primeiro ministro não conseguiu maioria na quarta votação desta sexta-feira


O ex-primeiro-ministro e ex-presidente da Comissão Europeia, Romano Prodi, retirou sua candidatura à Presidência da Itália após não ter conseguido maioria na quarta votação realizada hoje. 
"Hoje me ofereceram um trabalho que muito me honrou, mesmo não fazendo parte dos meus planos de vida. Agradeço àqueles que me julgaram digno desta posição. O resultado da votação e a dinâmica que está por trás dele me levaram a concluir que não há mais condições. Retorno serenamente aos planos feitos para minha vida", disse, em sua renúncia. 
Prodi foi escolhido para substituir o sindicalista Franco Marini como candidatodo Partido Democrata (PD), de Pier Luigi Bersani. 
O Povo da Liberdade (PDL), bancada do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi, no entanto, comunicou sua forte oposição para ao ex-candidato, que foi adversário de Berlusconi em duas eleições gerais, em 1996 e em 2006, ganhando em ambos os pleitos. 
Após três eleições onde era necessário o mínimo de dois terços dos votos, a quarta eleição foi a primeira onde era suficiente a maioria simples de 50% dos votos mais um.


De agência ANSA, jornal DO BRASIL