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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Dilma veta reabertura de Refis e outros parcelamentos de dívidas


BRASÍLIA - A presidente Dilma Roussef vetou a reabertura de programas de parcelamento de dívidas de contribuintes com o governo federal, suas autarquias e fundações.  Esse foi um dos principais vetos feitos por ela ao sancionar a Lei 12.814, publicada pelo “Diário Oficial da União” desta sexta-feira. 
A lei resulta do projeto de conversão da Medida Provisória 594, de 2012, aprovado este ano pelo Congresso. Dispõe, entre outros assuntos, sobre subvenção econômica do Tesouro Nacional a financiamentos para aquisição e produção de bens de capital.
Ao mudar a MP, os parlamentares incluíram artigo reabrindo,  até fim de 2013, o prazo para adesão a programas de parcelamento previstos nas leis  11.941, de 2009, e 12.249, de 2010.
A primeira permitiu aos contribuintes em atraso parcelar débitos com a Receita Federal e com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN, que cuida da dívida ativa da União), incluindo saldos de parcelamentos anteriores (programas como Refis, Paes, Paex). A lei de 2010, por sua vez, tratou de dívidas com fundações e autarquias federais, o que abrangeu débitos de bancos liquidados com o Banco Central.
Na Exposição de Motivos encaminhada ao Parlamento sobre a sanção da lei publicada hoje, a presidente explica que a reabertura de prazo “privilegiaria a inadimplência e implicaria em iniquidade” com aqueles que aderiram antes e pagaram em dia débitos parcelados e correntes. Para a presidente, a medida do Congresso teve que ser vetada porque criava de haver  “periodicamente a instituição de parcelamento especial, estimulando o inadimplemento de obrigações tributárias”.
Foi vetado também, entre outros, o artigo que mandava reservar às operações com micro, pequenas e médias empresas no mínimo 40% das subvenções do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) a  carteiras de crédito adquiridas pelo BNDES de outras instituições financeiras.
A presidente justificou que o único efeito seria a redução da concessão de financiamentos às demais empresas, uma vez que não existe demanda reprimida às micro, pequenas e médias.


De Mônica Izaguirre, portal VALOR

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Clássico entre Congresso e Supremo abrirá o Maracanã

Dilma publicou um decreto submetendo o uso das caxirolas à sua aprovação

RIO DE JANEIRO - Para aplacar as críticas a suas recentes declarações de que o excesso de democracia atrapalha a FIFA, Jérome Valcke anunciou que o Maracanã será reaberto com a tradicional cancha entre deputados do Congresso e ministros do Supremo Tribunal Federal. "A democracia é uma caixinha de surpresas", disse Valcke.

Os capitães das duas equipes revelaram seus esquemas táticos para o clássico. "Votamos esta manhã uma PEC que submete a escalação do Supremo ao Congresso", anunciou o volante José Genoino. "Estou com a pontaria certeira. Farei novamente quatro gols e pedirei liminar no Fantástico", retrucou Lewandowski.

Enquanto fazia embaixadinhas com a Constituição, Henrique Alves anunciou que a Câmara votará a PEC que submeterá as decisões do STF à FIFA ainda esta semana. "De juiz eles entendem", explicou Alves. "Em seguida, faremos uma reforma política para atender às exigências da FIFA. Essa reforma está orçada em R$ 5 bilhões e prevista para ser concluída em dois meses", anunciou.

De The Herald, revista PIAUÍ