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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Vendas de veículos crescem 13,5% em junho na comparação com 2016, diz Anfavea


As vendas de veículos subiram 13,5% em junho na comparação com o mesmo mês do ano passado, com 195 mil unidades comercializadas ante 171,8 mil em junho de 2016. Considerando o primeiro semestre, o aumento nas vendas foi de 3,7% de janeiro a junho deste ano em relação ao mesmo período de 2016. Na comparação com maio, no entanto, as vendas de veículos em junho tiveram leve queda, de 0,3%. Os dados foram divulgados hoje (6) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

De acordo com o presidente da entidade, Antonio Carlos Botelho Megale, as vendas até agora indicam que a projeção feita pela Anfavea para 2017, de crescimento de 4%, deverá ser cumprida. “Começamos a ver o aumento das vendas de veículos elétricos e híbridos, que, embora com números ainda baixos, com 1.184 unidades até junho, já superam o total do ano passado inteiro.” Megale também destacou que na comparação de junho com maio é importante levar em conta que junho teve um dia útil a menos, o que interfere no total de vendas.

Segundo os dados da Anfavea, a produção de veículos cresceu 23,3% no semestre, com 1.263.200 veículos montados. Em junho deste ano foram produzidas 212.300 unidades, 15,1% a mais do que em junho de 2016 (184 mil). Na comparação com maio (250,9 mil novas unidades), a produção apresentou queda de 15,4% em junho.

“Com um dia útil a menos do que no mês anterior, junho tem pelo menos 5,5% a menos de produção. Além disso duas empresas deram férias coletivas para ajuste de estoque e uma para ajuste na linha de produção para entrada de novos produtos. Isso é normal, algumas montadoras usam esse período do ano para isso”, disse Megale...

De Flávia Albuquerque, Agência Brasil

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Venda de veículos novos tem maior queda desde 2007, aponta Fenabrave


As vendas de veículos novos caíram 26,5% em 2015, quando foram comercializadas 2,5 milhões de unidades, o pior dado desde 2007, informou nesta quarta-feira a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O setor automobilístico brasileiro, imerso em uma crise, encadeou sua terceira queda anual consecutiva e, de acordo com as previsões da Fenabrave, se contrairá cerca de 6% neste ano.

Segundo os dados da Federação, pela primeira vez desde 2009, as vendas se situaram abaixo de 3 milhões de unidades anuais, o que representa o pior resultado desde 2007, quando foram comercializados 2,46 milhões de veículos.
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"A crise política agravou a delicada situação econômica que o país atravessa", recalcou Assumpção durante uma entrevista coletiva em São Paulo.

Neste sentido, o executivo lembrou que a diminuição das vendas esteve também motivada pela forte desvalorização do real -48,3% em 2015- e o aumento dos números de desemprego...

De automóveis, EFE

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Justiça proíbe cobrança de taxa de financiamento de veículos no Ceará


Os consumidores de Fortaleza não terão mais que pagar a taxa de financiamento de veículos recolhida pela Central Estadual de Registro de Contratos de Alienação Fiduciária (Cecaf), após determinação judicial. O Ceará é o único estado que faz a cobrança da taxa, que passa a ser ilegal. O valor pode chegar a R$ 600.

Consumidores que pagaram a taxa a partir de 2010 poderão ter o valor ressarcido, para isso, é preciso recorrer na Justiça reivindicando a devolução do valor. De acordo com a determinação judicial, da 10ª Vara Federal, o valor deve ser devolvido com correções e juros.

Em outubro deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou pedidos para que os contratos de financiamento de veículos fossem registrados também em cartórios e não somente nos Departamentos de Trânsito (Detrans) estaduais, como ocorre atualmente. A decisão se aplica às operações de alienação fiduciária, na qual o veículo fica registrado em nome do banco até que o comprador quite todas as parcelas do financiamento...

De Ceará, G1.GLOBO.COM



quinta-feira, 6 de junho de 2013

Produção de veículos no Brasil bate recorde em maio

SÃO PAULO - A produção brasileira de veículos em maio cresceu 0,3 por cento sobre abril e 21,8 por cento na comparação anual, resultado recorde para volume produzido em um único mês no setor, informou nesta quinta-feira a associação de montadoras, Anfavea.
A produção em maio somou 348,1 mil automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões, acumulando nos primeiros cinco meses do ano volume de 1,54 milhão de unidades --18,6 por cento acima do mesmo período de 2012. A Anfavea estima expansão de 4,5 por cento na produção neste ano, para 3,34 milhões de veículos.
Por segmento, a produção de automóveis e comerciais leves cresceu 21 por cento em maio sobre um ano antes, para 327,8 mil unidades, enquanto o volume produzido de caminhões avançou no período 45,7 por cento, para 16,4 mil unidades...

De Alberto Alerigi Jr., agência REUTERS BRASIL

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Venda de veículos novos surpreende e dispara em abril



As vendas de veículos novos no Brasil somaram 333.790 unidades em abril, recorde para o mês e alta de 29,4 por cento sobre o fraco resultado de abril de 2012, informou uma fonte do mercado nesta quinta-feira, citando dados preliminares de emplacamentos.

Na comparação com março, que teve dois dias úteis a menos que abril, os emplacamentos do mês passado aumentaram 17,6 por cento.
O resultado contrariou expectativas da indústria, que esperava um crescimento mais comportado das vendas depois que a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) foi prorrogada no fim de março pelo governo até o fim do ano.
As vendas do mês passado superaram o recorde até então messes de abril, de 2011, quando 289.189 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus foram licenciados. O volume também foi o maior registrado até agora neste ano, ficando acima das 311,5 mil unidades de janeiro.
Segundo a fonte, os licenciamentos de automóveis e comerciais leves em abril somaram 317.024 unidades, correspondendo a uma média por dia útil de 14.410 veículos.
Já os emplacamentos de caminhões no mês passado foram de 13.915 unidades, crescimento anual de 25,2 por cento, enquanto as vendas de ônibus atingiram 2.851 unidades, alta de 29,7 por cento, segundo a fonte.
Com o resultado de abril, os licenciamentos de veículos novos no Brasil nos quatro primeiros meses de 2013 soma 1,164 milhão de unidades, crescimento de 8,2 por cento sobre o mesmo período de 2012.
A expansão até agora está acima da esperada pela associação de montadoras Anfavea para o ano, de alta de 3,5 a 4,5 por cento nas vendas, para entre 3,93 milhões e 3,97 milhões de veículos.


De Alberto Alerigi Jr., agência REUTERS BRASIL

sábado, 16 de março de 2013

Argentina faz Brasil provar veneno protecionista

Cristina Kirchner e Dilma Rousseff: parceria comercial entre Brasil e Argentina está em perigo (Leo La Valle/EFE)

Governo Cristina recorre à velha cartilha petista para revisar regras de acordo comercial entre os países e, assim, beneficiar indústria local. Ponto central das discussões é o comércio de autopeças


A poucos meses do vencimento da primeira fase do acordo automotivo estabelecido em 2008 entre Brasil e Argentina, o país vizinho quer rever as regras. O governo Kirchner lançou mão da cartilha protecionista do PT para reproduzir o que as autoridades brasileiras fizeram no ano passado em relação ao México, quando a presidente Dilma Rousseff determinou a criação de cotas de importação de carros mexicanos, num momento em que os países discutiam um tratado de livre-comércio. O plano argentino ampliou a tensão comercial entre os dois países, cujas relações, pelo menos no âmbito do comércio exterior, não têm sido das mais amigáveis.
No acordo vigente ainda hoje, assinado nos termos da Associação Latino-americana de Integração (Aladi) em 2006 - e não do Mercosul -, consta um dispositivo que tornaria o acordo bilateral neste setor livre de qualquer barreira tarifária a partir de 1º de julho de 2013, como são os outros contratos estabelecidos no âmbito do Mercosul.
Contudo, na avaliação argentina, a perda de validade de tal documento poderia implicar numa queda de arrecadação que o país não está disposto a aceitar. O acordo atual prevê que o comércio de veículos entre os vizinhos se baseie no chamado índice flex: um coeficiente de proporção das exportações e importações que significa que, para cada 100 dólares importados, cada país tem direito de exportar 195 dólares sem qualquer imposto. Com o livre-comércio, a Argentina teme acabar importando muito mais do Brasil do que o contrário.
Assim, o governo Kirchner decidiu fazer mais uma de suas usuais intervenções: acionou o brasileiro, dizendo que vai apresentar uma nova proposta que não prejudique tanto sua balança comercial. Novamente, o kirchnerismo utiliza uma ferramenta da qual o governo brasileiro tem se valido muito para proteger a indústria nacional e encarecer as importações.
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De Naiara Infante Bertão, economia, revista VEJA

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Estado gasta na manutenção de carros metade do valor da compra


O deputado estadual Heitor Férrer (PDT) apresentou números intrigantes sobre as despesas do Governo do Estado com a sempre polêmica frota de veículos. De acordo com o parlamentar, R$ 161 milhões foram gastos de 2008 para cá na compra de carros da montadora Toyota. O contrato inclui a aquisição das Hilux compradas inicialmente para o programa Ronda do Quarteirão e, mais tarde, adotadas por toda a Polícia. Porém, o mais espantoso talvez nem seja o valor desembolsado para adquirir os veículos. Na tribuna da Assembleia Legislativa, Heitor chegou a falar de R$ 92 milhões para a manutenção desses veículos de 2008 para cá. Algum tempo depois, foi alertado por assessor de que essa conta incluiria alguns valores que talvez fossem indevidos. Assim, reviu o valor para R$ 81 milhões. Mesmo com o novo cálculo, a manutenção custa a metade do que foi desembolsado para comprar os carros. Coisa de R$ 16 milhões por ano. Com um detalhe particularmente intrigante: na época da licitação, as exigências impostas foram objeto de muita polêmica. Concorrentes da Toyota diziam que a empresa era a única com itens de série para atender, com preço competitivo, requisitos difíceis de explicar, como banco de couro e câmbio automático. Um dos argumentos dos defensores do governo era de que os veículos de qualidade supostamente maior seriam mais resistentes e, assim, demandariam menos reparos. Além disso, tanto o então líder governista, Nelson Martins (PT), quanto o atual presidente da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque (PSB), chegaram a anunciar que os três primeiros anos de manutenção dos veículos que fossem adquiridos seriam custeados pela empresa vencedora da licitação. Agora, aparece essa conta milionária. (...)

De Política, Jornal O POVO