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sábado, 8 de junho de 2013

Assassinato de índios aumenta 168% nos governos Lula e Dilma

BRASÍLIA - Nos oito anos de governo do ex-presidente Lula e nos dois primeiros da presidente Dilma Rousseff, 560 índios foram assassinados no Brasil — média de 56 por ano. Isso representa um crescimento de 168,3% em relação à média dos oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Os números fazem parte de levantamento do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Nos dois primeiros anos do governo Dilma, 108 índios foram assassinados no país, uma média de 54 por ano. Foram 51 mortes em 2011 e 57, em 2012. A média fica um pouco abaixo dos 56,5 homicídios anuais registrados nos dois mandatos de Lula, mas está bem acima do observado nos oitos anos de FH. No governo do tucano, a média foi de 20,9 assassinatos de índios por ano.

Segundo o Cimi, 167 índios foram mortos no período FH. O número subiu para 452 no governo Lula (2003-2010), um crescimento de 170,7%. O secretário executivo do Cimi, Cleber Buzatto, criticou o ritmo de demarcação das terras indígenas nos governos petistas, menor do que o observado nos governos tucanos.

— Na nossa avaliação, isso (o aumento das mortes) foi causado por diferentes fatores, mas principalmente em função da retração nos procedimentos de demarcação das terras indígenas, somada a uma expectativa inicial por parte dos povos de que, com o governo Lula, haveria uma aceleração desses procedimentos — afirmou Buzatto.

Segundo ele, Lula e Dilma se aproximaram do agronegócio, provocando reação dos índios...


De André de Sousa, jornal O GLOBO

terça-feira, 19 de março de 2013

Petrópolis, na Região Serrana do Rio, fica mais uma vez refém das chuvas



Petrópolis, 18 mar (EFE).- As chuvas que caem desde a tarde de domingo em Petrópolis, na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro, fazem sua população viver um drama semelhante ao de janeiro de 2011, quando grande parte da cidade foi devastada por temporais.

Segundo o último boletim oficial divulgado pela prefeitura nesta segunda-feira, a tragédia deste ano já provocou a morte de 16 pessoas, deixou outras 18 feridas e mais de 560 desabrigadas ou desalojadas.


De agência EFE

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Explosão em petrolífera no México deixa 32 mortos e mais de cem feridos



Pelo menos 32 pessoas morreram e 121 ficaram feridas na explosão registrada nesta quinta-feira (31) na sede central da empresa Petróleos Mexicanos (Pemex), na Cidade do México, informou hoje o diretor-geral da companhia pública, Emilio Lozoya. Entre os mortos, há 20 mulheres e 12 homens. Lozoya também indicou que dos 121 feridos, 52 continuam internados em hospitais da capital.  
O executivo da empresa estatal disse que as perícias para definir a causa da explosão prosseguem, mas evitou mencionar qualquer hipótese. "Não vamos especular, nem nos adiantar. Queremos atuar com absoluta responsabilidade", acrescentou Lozoya em uma breve entrevista coletiva na sede central da Pemex, acompanhado por outros diretores da companhia. 
A imprensa local informou que a explosão pode ter sido causada por um superaquecimento do sistema elétrico que alimenta o complexo da empresa petrolífera. Lozoya afirmou ainda que o edifício onde aconteceu o acidente, dentro do complexo administrativo de Pemex, tem 24.700 metros quadrados e nele trabalham regularmente 1.700 pessoas. O vasto complexo da Pemex é integrado por vários edifícios nos quais diariamente trabalham cerca de 10 mil empregados. (...)

De Redação EFE, portal revista ÉPOCA

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Ataques suicidas coordenados miram prédios do governo em Cabul


CABUL, 21 Jan (Reuters) - Homens-bomba e atiradores lançaram um ataque de sete horas contra a sede da polícia de trânsito de Cabul, informaram autoridades locais, o segundo ataque coordenado contra prédios do governo em menos de uma semana.
O Taliban assumiu a responsabilidade pelo ataque, que elevou a possibilidade de que insurgentes estejam focados em testar as forças de segurança de Cabul, após uma série de grandes ataques a alvos ocidentais no ano passado.
"Está muito claro que quanto mais as forças da segurança afegã estão ficando à frente, mais elas são miradas pelos insurgentes", disse o porta-voz da Força Internacional de Assistência para Segurança da Otan (Isaf, na sigla em inglês), brigadeiro Gunter Katz.
Três policiais de trânsito foram mortos e quatro ficaram feridos no ataque, que é contínuo e começou por volta das 6h do horário local (0h30 no horário de Brasília), quando dois homens-bomba detonaram explosivos, afirmou o vice-ministro do Interior, general Abdul Rahman, à Reuters.
"Três terroristas foram mortos, outros dois estão refugiados em uma sala, eles podem se explodir a qualquer minuto", acrescentou.
Uma espessa coluna de fumaça negra subia do complexo cercado, à medida que um helicóptero do Exército afegão sobrevoava o local, onde insurgentes e forças de segurança travavam um violento tiroteio.
De Hamid Shalizi, Amie Ferris-Rotman e Dylan Welch, Portal REUTERS BRASIL

sexta-feira, 6 de maio de 2011

GUERRA NÃO DECLARADA

Já vai o tempo em que o governo tinha como prioridade a segurança pública, e esta afirmação é diariamente demonstrada por jornal, revista e outros meios de comunicação em todo o país. Os horrores da guerra civil travada em nossas cidades já não causa comoção por dia seguinte, pois as noticias tornam-se velhas com as novas mortes trágicas do dia-a-dia.
Existem os governantes e políticos com suas fórmulas e discursos carregados de hipocrisia, e que proclamam em discursos pré e pró-pagos as tomadas de medidas mirabolantes, chegando e ressuscitar posições já derrotadas pela população brasileira, pois querem mais uma vez desarmar os cidadãos para não concorrer com os bandidos armados.
Chega de discurso fácil e populista e vamos tomar medidas que realmente possa atender os anseios deste povo não sofrido e carente de pessoas públicas.

De Julio Cunha