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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Doleiro Alberto Youssef diz que Gleisi Hoffmann recebeu R$ 1 milhão


O doleiro Alberto Youssef disse em depoimento ao Ministério Público Federal que deu R$ 1 milhão à campanha que elegeu Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao Senado, em 2010.

Gleisi foi também chefe da Casa Civil no governo da presidente Dilma Rousseff entre junho de 2011, quando Antonio Palocci deixou o cargo, e fevereiro deste ano.

Segundo o doleiro, o montante foi entregue em quatro parcelas, em espécie, ao dono do shopping Total de Curitiba, Michel Gelhorn.

Três das parcelas foram entregues no próprio shopping, de acordo com Youssef.

O empresário é sócio do apresentador de TV Carlos Massa, o Ratinho, em outro shopping em Curitiba, o ParkShopping Barigüi...

De Redação, FOLHA

terça-feira, 21 de maio de 2013

Casa Civil nega ao Ministério Público acesso a investigação sobre Rosemary

A Casa Civil da Presidência da República negou ao Ministério Público Federal em São Paulo o acesso às informações sobre o processo de sindicância instaurado no órgão para apurar eventuais ilícitos funcionais por parte da servidora Rosemary Novoa de Noronha. A ex-chefe de gabinente da Presidência da República em São Paulo foi demitida do cargo após ter seu nome envolvido na Operação Porto Seguro, em 2012.

Por meio de ofício enviado no dia 24 de abril último ao chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, o procurador da República José Roberto Pimenta Oliveira havia requisitado cópia integral do processo administrativo, em versão impressa e/ou digitalizada, para fins de instrução de Inquérito Civil Público que trata da eventual participação de Rosemary nos fatos descobertos na Operação Porto Seguro, realizada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, sobre suposto esquema de venda de pareceres técnicos de órgãos públicos federais...


De politica, portal ESTADÃO

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A saída de Palocci

O agora ex-ministro Palocci, apresentou sua carta de afastamento da Casa Civil, ato de reincidência, pois se o brasileiro tem memória curta, vale lembrar o caso Francelino, onde o então ministro, usando de sua força incontrolável dentro do governo Lula, quebrou o sigilo bancário do caseiro, onde trabalha em uma mansão, localizada no entorno de Brasília.

A casa em questão, segundo o morador Francelino, era usada para que políticos, entre ele o ex-ministro Palocci, realizasse festas e encontros com mulheres com práticas de orgias e prostituição.

Agora temos o caso de enriquecimento exagerado, e pior, a não comprovação da aplicação ou destino dos valores não aplicados, pois o que veio a público foi a compra de imóveis no valor de aproximadamente 8 milhões de reais, existindo uma diferença de mais de 10 milhões que não foram devidamente identificados.

O pior é que a demora destes esclarecimentos pode levantar dúvidas quanto a prestação de contas da campanha da então presidente Dilma, uma vez que o ex-ministro trabalhou como principal coordenador nas eleições passada.

O caso não se encerra com sua saída, pois os questionamentos estão para serem replicados, e só através de investigações feitas por instituições constituídas, poderemos trazer a luz os fatos arrolados. Vamos direto às causas, pois os efeitos não podem ser minimizados com simples agradecimentos ao reincidente.

De Júlio Cunha