Mostrando postagens com marcador Síria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Síria. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Meu pedaço de terra: a Ahlam, Sahar e Ahmad só restam lembranças da Síria


Uma pequena família fugiu da guerra civil na Síria. Hoje, a mãe e seus dois filhos vivem em um alojamento para refugiados em Bonn, onde esperam pela chegada do pai.

Milhares de refugiados chegam atualmente à Alemanha. São pessoas que deixaram para trás amigos e família, trabalho e casa – e isso talvez para sempre. Em nossa série de reportagens "Meu pedaço de terra", apresentamos aqui alguns refugiados e suas histórias, sob suas perspectivas: subjetivas e sem julgamentos. E mostramos que eles, apesar de uma fuga perigosa, trouxeram consigo um objeto: o "pedaço de terra" que puderam carregar.

Uma foto de família: os olhos de Ahlam e seus fihos, Sahar e Ahmad, brilham. O contraste com a história de sua fuga da Síria não poderia ser mais radical. "Às duas horas da madrugada, chegaram os aviões", conta a garota Sahar, de 14 anos. "E bombardearam nossa casa, da qual só sobraram escombros e cinzas". Ela fala um pouco de alemão e um pouco de inglês, o que é suficiente para relatar os fatos.

Nem sua mãe, Ahlam, sabe dizer quem ordenou o bombardeio. Já faz um ano desde que o mundo, para ela, desmoronou. A família fugiu. Uma fuga que acabaria se tornando uma verdadeira odisseia. De início, Ghaleb, o marido de Ahlam, ainda estava junto da mulher e dos filhos. Os pais juntaram todo o dinheiro que tinham e seguiram pela Síria rumo à Turquia...

De mundo, DW

domingo, 13 de dezembro de 2015

Presidente sírio se mostra aberto a negociar a paz, mas não com terroristas


O presidente da Síria, Bashar al Assad, afirmou que seu governo está disposto a negociar uma solução política para a guerra que afeta seu país, mas não com organizações terroristas, e que não cogita deixar a Síria sob nenhuma circunstância.

Em entrevista exclusiva à Agência Efe, o líder sírio deixou aberta a via do diálogo, quando se aproxima um momento crítico dentro dos esforços internacionais encaminhados a pôr fim a um conflito bélico que entrará em breve em seu quinto ano e que causou várias centenas de milhares de mortes.

Reforçado no plano militar pela recente ajuda russa, Assad lembrou sua exigência de que, primeiro, é preciso acabar com a rebelião armada e, depois, dialogar "com uma oposição real, nacional e patriótica, que tenha suas raízes na Síria e que só se relacione com os sírios, não com qualquer outro Estado ou regime no mundo".

O presidente sírio cobrou que as potências ocidentais se concentrem em parar "o fluxo de terroristas" que chega a Síria e Iraque, "especialmente através da Turquia", assim como o "volume de dinheiro saudita e catariano" que, segundo ele, financia as atividades dos extremistas de ideologia sunita radical...

De José Antonio Vera e José Manuel Sanz. Damasco, EFE BRASIL

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Curdos expulsam Estado Islâmico de Kobani após batalha de quatro meses


BEIRUTE/ISTAMBUL - Forças curdas assumiram o controle da cidade síria de Kobani nesta segunda-feira depois de expelir os combatentes do Estado Islâmico, disseram um grupo de monitoramento e a mídia estatal síria, embora os Estados Unidos tenham dito que a batalha de quatro meses pela cidade ainda não terminou.
Alguns apoiadores do Estado Islâmico foram ao Twitter para dizer que a luta em Kobani, um ponto crucial no embate entre as forças internacionais e o grupo ultrarradical islâmico, continuava em andamento.
Militantes islâmicos lançaram um ataque contra a cidade de maioria curda no ano passado, usando armamentos pesados roubados no Iraque e forçando dezenas de milhares de moradores locais a se exilarem.
O Observatório Sírio de Direitos Humanos, sediado na Grã-Bretanha, disse que as Unidades de Proteção do Povo (YPG), milícia formada por sírios curdos, retomaram a cidade, localizada perto da fronteira com a Turquia, mas avançavam com cautela na periferia leste, onde o Estado Islâmico plantou minas antes de se retirar...
De Sylvia Westall e Ayla Jean Yackley, REUTERS

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Mãe identifica criança de 3 anos com jihadistas do EI



As autoridades italianas investigam se um menino de três anos, sequestrado pelo seu pai em 2013, está com jihadistas do Estado Islâmico (EI, ex-Isis). A mãe da criança reconheceu o filho em fotos divulgadas pelo grupo extremista. A cubana Linda Solano Herrera, que há 10 anos vive na província de Belluno, no norte da Itália, denunciou em novembro do ano passado que seu ex-marido, Ismar Mesinovic, de origem bósnia, tinha sequestrado o filho Ismail e viajado para a Síria para se unir aos jihadistas. Ela também relatou que familiares de Mesinovic disseram que ele tinha morrido, mas que a criança havia sobrevivido e estava bem.

A mulher disse ter visto fotos nos sites do EI em que seu filho aparece. "Parece meu filho. O coração de uma mãe nunca erra", disse Herrera, em entrevista aos jornais "Corriere della Sera" e "La Repubblica". "Mesinovic frequentava os centros de orações duas vezes por semana, era algo normal, não parecia fanático", relatou a mãe.

O caso está sendo investigado pelo Agrupamento de Operações Especiais (ROS) de Padova, que tenta descobrir a autenticidade das imagens nas quais o menino aparece. Os detetives, porém, já afirmaram que há pontos de semelhança entre o conteúdo e as antigas fotos da criança que a mãe tem.

De mundo, ANSA

sábado, 22 de novembro de 2014

Ataques liderados pelos EUA já mataram 910 pessoas na Síria, diz grupo de monitoramento


BEIRUTE - Ataques aéreos liderados por forças dos Estados Unidos na Síria já mataram 910 pessoas, incluindo 52 civis, desde o início da campanha contra o Estado Islâmico e outros combatentes há dois meses, disse neste sábado um grupo que monitora o conflito.

A maioria das mortes, 785, é de combatentes do Estado Islâmico, de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, com sede na Grã-Bretanha. O Estado Islâmico, uma vertente radical da Al Qaeda, conquistou territórios na Síria e no vizinho Iraque, onde também tem sido alvo de ataques liderados pelos EUA desde julho.

Entre os civis mortos, oito eram crianças e cinco eram mulheres, disse o Observatório. Os Estados Unidos afirmam que têm processos para investigar todos os relatos de mortes de civis.

O Observatório, que reúne informações por meio de uma rede de contatos no terreno, disse que 72 membros do braço da Al Qaeda na Síria, a Frente Nusra, também foram mortos nos ataques aéreos, que começaram em 23 de setembro.

Os EUA afirmam que miram o "Grupo Khorasan" na Síria, que é descrito pelo governo norte-americano como um agrupamento de veteranos da Al Qaeda sob proteção da Frente Nusra. A maioria dos analistas e ativistas não diferencia esses grupos dessa maneira.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 200.000 pessoas foram mortas no conflito na Síria, que está em seu quarto ano.

De Sylvia Westall, REUTERS

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Curdos tomam armas e edifícios do Estado Islâmico em cidade síria sitiada


BEIRUTE - Combatentes curdos capturaram seis edifícios de militantes do Estado Islâmico que sitiam a cidade síria de Kobani nesta terça-feira e tomaram um grande lote de armas e munição dos rebeldes, afirmou um grupo que monitora a guerra.

O Estado Islâmico vem tentando assumir o controle da cidade, também conhecida como Ayn al-Arab, há mais de dois meses, uma ofensiva que levou dezenas de milhares de civis curdos a fugir pela fronteira com a Turquia e deu ensejo a ataques aéreos de forças lideradas pelos Estados Unidos.

O movimento sunita radical, uma dissidência da Al Qaeda, declarou um califado islâmico que se estende por grandes porções de terra que conquistou em outras partes da Síria e do vizinho Iraque.

Os seis edifícios tomados pelos combatentes curdos estão em um local estratégico no norte da cidade, perto da Praça da Segurança, onde estão instalados os principais escritórios municipais, disse Rami Abdulrahman, chefe do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, grupo sediado em Londres que acompanha o conflito usando fontes locais...

De Sylvia Westall, REUTERS

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

EUA e aliados conduzem 23 ataques aéreos na Síria e no Iraque


WASHINGTON - As forças lideradas pelos Estados Unidos realizaram desde segunda-feira 16 ataques aéreos na Síria, a maioria deles em torno de Kobani, perto da fronteira com a Turquia, e sete na região norte do Iraque, produtora de petróleo, disse o Comando Central norte-americano.

Dez ataques aéreos realizados pelos EUA e seus aliados perto de Kobani atingiram oito pequenas unidades do Estado Islâmico, danificaram três posições de combate e destruíram uma instalação logística, informou a Centcom nesta quarta-feira em comunicado.

A cidade de Kobani tornou-se um teste para a capacidade da coalizão liderada pelos EUA de deter o avanço dos insurgentes radicais. Ela é uma das poucas áreas na Síria onde se pode coordenar ataques aéreos com operações feitas por uma força terrestre efetiva.

Iraquianos curdos peshmerga têm ajudado a tomar algumas aldeias ao redor de Kobani, mas as linhas de controle na cidade permanecem as mesmas.

No Iraque, cinco ataques aéreos perto de Baiji, local de uma refinaria de petróleo, atingiram uma grande unidade do Estado Islâmico, outras três pequenas e destruíram dois prédios, dois veículos e uma posição de francoatirador usado pelos militantes, disse o comando norte-americano.

Os outros dois ataques ocorreram perto da cidade petrolífera de Kirkuk, no norte iraquiano dominado pelos curdos.


De Doina Chiacu, REUTERS MUNDO

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Menino de 13 anos treina para ser jihadista na Síria


Ao chegarmos a sua casa, ele nos recebe como um adolescente comum e feliz: cabelo despenteado, sorriso no rosto e casaco cinza com capuz.

Mas, quando paramos para conversar, ele se dirige ao quarto do lado para mudar de roupa. Volta com uma balaclava preta -capuz que cobre o rosto todo- e roupa com camuflagem militar.

Ele quer ser chamado de "Abu Hattab".

Nascido na Síria, o adolescente se radicalizou no ano passado, juntando-se ao grupo jihadista Sham al-Islam.

'Geração perdida'

"Eles deveriam estar na escola. A Al-Nusra oferece às crianças US$ 100 (cerca de R$ 250) por mês para lutar ao lado deles. E eles dão treinamento de armas em um acampamento. Eles perderam a infância."

Os irmãos foram recentemente capturados pelo 'Estado Islâmico'. Mohamed teme que em breve eles desertem da Al-Nusra para lutar com o 'Estado Islâmico'.

"Eu costumava me divertir com meu irmão mais novo em casa. Mas depois ele mudou. Quando eu disse a ele que a Al-Nusra iria destruir o nosso país, ele disse: 'Cala a boca, ou eu te mato'."

"Quando eles aderiram à Al-Nusra, eu disse adeus para os dois e pensei: Nunca mais vou vê-los. Tenho certeza de que vou receber a notícia que eles foram mortos."

A guerra da Síria está prejudicando os anos de formação de toda uma geração. E os militantes estão usando crianças como instrumentos de guerra.

Quando saí da casa de "Abu Hattab", perguntei à mãe dele o que o filho de 13 anos queria ser quando ele era mais novo.

Ela sorriu: "Ser piloto".

De Mark Lowen, BBC NEWS

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Confrontos entre milicianos pró-Assad e rebeldes matam 60 xiitas na Síria

Cairo - Pelo menos sessenta xiitas, a maioria milicianos leais ao regime de Bashar al Assad, morreram em enfrentamentos contra os rebeldes em uma cidade na província de Deir ez Zor, no nordeste da Síria, informou nesta quarta-feira o Observatório de Direitos Humanos.

O grupo explicou que os conflitos ocorreram ontem na cidade de Hatla, onde vivem xiitas, depois que combatentes pró-governo, também xiitas, atacaram na segunda-feira pela noite uma posição rebelde próxima e causaram a morte de dois insurgentes, além de ferimentos em outros dez.

Durante os confrontos, os insurgentes tomaram o controle da cidade e mataram 60 de seus moradores, a maioria milicianos pró-Assad. Dez opositores armados também morreram nesses combates...

De conflito, agência EFE


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Jornalistas franceses desaparecidos na Síria

Dois jornalistas da rádio francesa Europe 1 que viajavam para Aleppo, na Síria, estão desaparecidos e não deram notícias nas últimas 24 horas.
"São Didier François, um repórter acostumado a áreas de risco, e Edouard Elias, fotógrafo", informou a rádio em um comunicado.
A Europe 1 destacou que está em contato permanente com as autoridades francesas, que fazem o possível para obter informações sobre a situação dos dois jornalistas.
No Japão, durante uma visita, o presidente francês François Hollande pediu a libertação dos dois jornalistas.
"Exijo que os jornalistas sejam libertados imediatamente", disse Hollande, sem mencionar os nomes.
"Os jornalistas não são representantes de nenhum Estado, são homens que trabalham para que o mundo possa receber informação", afirmou em uma entrevista coletiva conjunta com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.
"Devem ser tratados como jornalistas e em nenhum caso como elementos sobre os quais pesaria uma ameaça para atuar em detrimento de um Estado", destacou.
"A imprensa deve poder circular na Síria para obter informações que o mundo inteiro espera sobre o que acontece no país", insistiu Hollande.
A violência na Síria provocou mais 94.000 mortes em 26 meses de conflito, assim como a fuga de cinco milhões de pessoas, segundo a ONU.


De agência AFP

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Assad diz que Síria recebeu mísseis russos, diz mídia libanesa


BEIRUTE - A Síria já recebeu a primeira remessa de um sistema avançado de defesa aérea russo e, em breve, deve chegar o restante do sistema S-300 de mísseis, disse um jornal libanês citando o presidente sírio Bashar al-Assad.
"A Síria recebeu o primeiro carregamento de foguetes S-300 russos anti-aéreos", disse Assad, segundo o jornal libanês al-Akhbar, em uma entrevista que deverá ser transmitida no final do dia. "O resto da expedição chegará em breve."
A Rússia disse que iria entregar o sistema de mísseis para o governo sírio mesmo com objeções ocidentais, dizendo que o movimento ajudaria a estabilizar o equilíbrio na região.
Os Estados Unidos, França e Israel pediram à Rússia que pare de entrega os mísseis.
Uma entrevista com Assad será divulgada nesta quinta-feira em Al Manar, um canal de televisão ligado ao aliado de Assad, o grupo Hezbollah.


De John Stonestreet, agência REUTERS BRASIL

terça-feira, 28 de maio de 2013

Rússia diz que envio de defesa aérea à Síria detém intervenção


MOSCOU - A Rússia não vai abandonar os planos de entregar um sistema de defesa aérea para a Síria, apesar da oposição ocidental porque ajudaria a dissuadir alguns "exaltados" com a intenção de intervir no conflito de dois anos no país, disse o vice-ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov, nesta terça-feira.
O vice-chanceler também acusou a União Europeia de "jogar lenha na fogueira" ao deixar expirar um embargo de armas à Síria.
Israel e França pediram à Rússia que desistisse de enviar sistemas de mísseis S-300 de alta precisão ao governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, que está lutando contra a insurgência apoiada por países árabes e ocidentais.
Ryabkov sugeriu que os mísseis são úteis para dissuadir intervenções.
"Nós pensamos que esta entrega é um fator de estabilização e que tais medidas em muitas maneiras contêm alguns exaltados de explorar cenários em que este conflito poderia receber um caráter internacional, com a participação de forças externas", disse ele em entrevista coletiva.
As autoridades russas não revelaram se os S-300s já foram realmente enviados à Síria, e Ryabkov não deu detalhes.
"Eu não posso confirmar ou negar se estas entregas aconteceram, eu só posso dizer que não vamos renegá-las", disse Ryabkov. "Vemos que esta questão preocupa muitos nossos parceiros, mas não temos base para rever a nossa posição nesta matéria."
O ministro da Defesa israelense, Moshe Yaalon, disse nesta terça-feira que os S-300 ainda não tinha deixado a Rússia, parecendo contradizer o chefe da Força Aérea de Israel, que disse na semana passada que os mísseis estavam a caminho da Síria.

De Alissa de Carbonnel, agência REUTERS BRASIL

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Diretor da CIA pede para Israel não intervir na Síria


Jerusalém, 17 mai (EFE).- O diretor da CIA, John O.Brennan, pediu a Israel não intervir na guerra civil síria e que não se apodere da política americana em direção a esse país árabe, informou nesta sexta-feira o jornal "Yedioth Ahronoth".

Em uma rápida visita secreta, Brennan chegou ontem a Israel para pedir contenção ao governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e coordenar as políticas de ambos os países na cada vez mais complicada guerra civil síria.


De agência EFE

domingo, 24 de março de 2013

Israel lança míssil contra Síria nas colinas de Golã



O Exército israelense lançou um míssil contra um posto militar na Síria, ferindo dois soldados sírios.
Relatos dizem que soldados israelenses lançaram um míssil guiado antitanques contra o posto sírio no sul das colinas de Golã, depois que uma patrulha de Israel foi alvejada.
Pouco depois do incidente, o novo ministro de Defesa israelense, Moshe Yaalon, disse que toda a agressão dos sírios no território ocupado por Israel teria resposta imediata.
Nas últimas semanas aumentou a tensão na região, onde se registraram diversos incidentes de troca de tiros na fronteira.


De agência de BBC BRASIL

domingo, 3 de março de 2013

Depois de dias de combates, rebeldes sírios invadem academia de polícia

Rebeldes sírios capturaram uma grande área de uma academia de polícia nos arredores da cidade de Aleppo, depois de uma violenta batalha que resultou em muitas mortes.
Segundo ativistas do grupo baseado em Londres Observatório Sírio para os Direitos Humanos, os insurgentes tomaram a maior parte da academia de polícia durante a madrugada depois de realizar vários ataques contra o complexo nos últimos dias.
Rami Abdel Rahman, membro do Observatório, disse à agência de notícias AFP que, nos últimos oito dias, quase 200 pessoas foram mortas entre rebeldes e forças de segurança do governo, incluindo 120 soldados e policiais, na batalha pelo local.
Imagens de um vídeo divulgadas mais cedo mostravam dezenas de rebeldes se abrigando ao lado de um muro exterior do complexo enquanto podiam ser vistas explosões que, aparentemente, ocorriam dentro da academia de polícia.
Os ativistas afirmam que, apenas neste domingo, 34 soldados do governo morreram, o que seria um revés para as forças do presidente Bashar al-Assad. No sábado, o Exército sírio anunciou que tinha retomado o controle de vilarejos em uma rota importante que liga a cidade de Hama a Aleppo.
De acordo com o grupo, os rebeldes também tomaram uma prisão no norte do país, na província de Raqqa.
Apesar de o grupo ativista ser uma das organizações mais importantes documentando e informando sobre os incidentes e mortes no conflito sírio, as informações não podem ser verificadas de forma independente.
...


De agência BBC BRASIL

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Governo sírio acusa "terroristas ligados à Al Qaeda" por atentado


Damasco, 21 fev (EFE).- O Ministério das Relações Exteriores da Síria responsabilizou nesta quinta-feira "grupos terroristas vinculados com a Al Qaeda" de perpetrar o atentado no centro de Damasco que causou a morte de pelo menos 53 pessoas e deixou mais de 200 feridos.


De Agência EFE

domingo, 23 de dezembro de 2012

Exército ataca padaria e mata dezenas de civis na Síria, dizem ativistas


O grupo ativista Observatório Sírio de Direitos Humanos informou neste domingo que dezenas de pessoas foram mortas após um bombardeio do Exército sírio em Halfaya, na Província de Hama, na região central do país.

A entidade informou que outras dezenas de pessoas, entre elas mulheres e crianças, teriam ficado feridas no ataque, que atingiu uma fila de pessoas que foram ao estabelecimento em busca de pão após vários dias sem fornecimento.

Segundo ativistas ouvidos pela agência de notícias Reuters, milhares de pessoas estavam na fila esperando para conseguir o alimento. O número exato de vítimas não foi revelado pelas entidades. Os meios de comunicação do regime sírio também não comentaram sobre a ação. (...)

De Mundo, Jornal FOLHA DE SÃO PAULO