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domingo, 17 de julho de 2016

Será que a Dilma volta...


Gostaria de saber se existe alguém com um pouco de tutano na sua quenga, e uma migalhinha de consciência, para que possa acreditar na volta triunfal da presidente afastada Dilma Rousseff ao poder, e que venha a retomada dos trabalhos que deixou por fazer, e olha que não quero nem imaginar o que ela realmente deixou de fazer, pois o que tem feito nesses últimos anos já nos dá uma ideia cabeluda do que poderia ser. Olha que vocês estavam enganados, pois ela não pedalou, não fez quaisquer operações de crédito com bancos públicos, não assinou os malfadados decretos sem a autorização do Congresso.

É muita persistência e falta de criatividade achar que presidente Dilma um dia subirá novamente pela rampa do Palácio do Planalto para trabalhar, e na minha opinião acho que esta senhora está mais próxima de uma pequenina sala de um cômodo só, de que um salão presidencial, a seu favor é que estará sempre bem guardada.


Não vejo porque está lamentando o seu destino pois por seus atos a vida de milhões submergiu pra escuridão, o desacerto, a falta de perspectiva, desfalcada de futuro, com exceção da sua é claro.

De Julio Cunha

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Delator entrega aos investigadores as cópias dos cheques usados para pagar propina ao parlamentar petista (José Guimarães) que traficou influência no Banco do Nordeste


Quando prenderam o ex-vereador petista Alexandre Romano, no ano passado, os investigadores da Operação Lava Jato chegaram ao topo de um intrincado esquema de corrupção disseminado em diferentes áreas do governo federal. Como um autêntico lobista, Romano usava a proximidade com integrantes da cúpula do PT para abrir caminhos na burocracia estatal a empresários dispostos a pagar generosas "comissões" por contratos e privilégios na máquina pública.
...
Líder do governo da presidente Dilma Rousseff na Câmara, o petista José Guimarães também lucrou bastante ajudando os corruptos. Para desgraça de Guimarães e de seus colegas petistas que se locupletaram do dinheiro público, Romano, logo depois de preso, fechou um acordo de delação premiada. Uma das suas qualidades, agora se sabe, era a organização. Romano guardava notas fiscais, minutas de contratos e até cópias dos cheques que repassava aos corruptos a título de propina.

Romano contou aos procuradores do Ministério Público que o deputado José Guimarães havia usado sua influência política junto ao Banco do Nordeste para destravar um negócio milionário. Em troca, recebeu 95.000 reais de propina em dois cheques - um de 30.000 reais e outro de 65.000. Além de descrever o golpe e a participação de Guimarães, Romano apresentou a cópia do cheque. No canhoto do talão, ele registrou a natureza do gasto: "despesas gerais JG", de José Guimarães...

De Robson Bonin, VEJA.COM

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Eliane Cantanhêde: A verdade (de Marta) dói



A revelação mais importante da senadora Marta Suplicy, em sua entrevista ao Estado, é que o ex­presidente Lula queria, sim, e autorizou, sim, o movimento "Volta, Lula" para disputar a Presidência da República no lugar da pupila Dilma Rousseff.

Até por isso, Marta se reuniu com ele "uma, duas, três, quatro vezes". Não foi para falar de flores. Nem foi para falar bem de Dilma.

Muito menos para avalizar o "fracasso" (nas palavras da senadora) da política econômica.

Por delicadeza, ou lealdade, Marta insistiu várias vezes que Lula nunca disse, cabalmente, que seria, ou ao menos que queria, puxar o tapete de Dilma e virar candidato. Mas, para bom entendedor, meia palavra basta. Cá para nós, a fala de Marta foi muito mais do que apenas meia palavra.

O Planalto e Dilma calam. O PT e Lula calam. Mas não há viv'alma afirmando que Marta mentiu e/ou que Lula jamais, em nenhum momento, ficou assanhado com a possibilidade de subir a rampa de novo, nos braços do povo...

Há muitas verdades na fala de Marta Suplicy. E nenhuma mentira.

De Eliane Cantanhêde, O ESTADO DE S. PAULO

terça-feira, 3 de junho de 2014

Mão Santa está voltando, e o Piauí agradeçe

Mão Santa embaralha disputa no Piauí...

confirmação da pré-candidatura do ex-senador Mão Santa (PSC) ao governo do Piauí  embaralhou o cenário político no Estado. Mesmo sem apoio de outros partidos, disputando contra uma coligação encabeçada por PMDB e PSB, ele aparece nas pesquisas de opinião em um situação de empate técnico com o deputado federal Marcelo Castro (PMDB). E já diminuiu o favoritismo do senador Wellington Dias (PT).
O lançamento da candidatura de Mão Santa ocorreu com a presença do vice-presidente nacional do partido, Pastor Everaldo, que deve concorrer à Presidência da República. O ex-senador pelo Piauí chegou a dizer que não abandona a corrida estadual mesmo que seu sobrinho, o governador José Filho (PMDB), consiga vencer a disputa interna no PMDB contra Marcelo Castro.
Para tentar viabilizar uma candidatura contra o favorito Wellington Dias, Mão Santa busca apoio do G12, grupo formado por 12 partidos pequenos no estado. Formada por PHS, PTN, PSL, PV, PR, PTC, PEN, PTdoB, PPS, PMN, PSDC e PRP, a aliança pretende fechar o apoio em bloco com uma das chapas colocadas.

De Mário Coelho, João Bosco, blogs, ESTADÃO

quarta-feira, 26 de junho de 2013

PT faz críticas ao desempenho do governo Dilma

Menos de 24 horas depois de a presidente Dilma Rousseff anunciar um pacto nacional com medidas para tentar amenizar os protestos nas ruas, uma reunião de integrantes do PT serviu de palco para criticas contra a mandatária.
"Podemos dizer que não houve elogios", resumiu um integrante da bancada do PT ouvido pelo Estado.
O encontro, realizado em Brasília, foi comandado pelo presidente do partido, Rui Falcão, e teve na plateia os membros da bancada do partido na Câmara.
Entre as queixas externadas estava a atuação de Dilma na área econômica considerada por alguns como conservadora.
"O ponto em questão é que vemos desoneração para todo lado para as empresas o que gera uma concentração de renda. O certo era ampliar, por exemplo, a tabela de isenção do Imposto de Renda, é ai que está o trabalhador", disse um petista sobre condição de anonimato.
Além das críticas na atuação na área econômica, também houve quem cobrasse uma maior interlocução da presidente com o partido. Segundo alguns petistas ouvidos pelo Estado nem mesmo Rui Falcão ficou sabendo do anúncio realizado na véspera por Dilma no Palácio do Planalto.
Dentro de um clima de "desabafo" não houve quem verbalizasse o desejo de um movimento "volta Lula" numa possível disputa em 2014. Mas de acordo com alguns petistas, esse sentimento ficou explicito nas comparações entre os dois governos. "No tempo do Lula o DNIT fez muita coisa. Nesse dois anos e meio de Dilma nada", disse um deputado do partido, segundo presentes no encontro.
Do lado de fora da reunião, os parlamentares desviaram o foco das críticas dizendo que todos apoiam as medidas anunciadas por Dilma. Na ocasião, o líder do PT na Câmara, José Guimarães (CE), informou que o partido irá brigar no Congresso pela votação de projetos de taxação de grandes fortunas.
A medida, segundo ele, serviria como base de financiamento para os projetos do governo federal no âmbito da mobilidade urbana.

De Erich Decat e Débora Bergamasco, jornal ESTADO DE SÃO PAULO

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Alta dos juros fará poupança voltar para regra antiga

Se o ciclo de alta de juros continuar, como apostam os economistas, e a taxa Selic subir dos atuais 8% ao ano para mais de 8,5% ao ano, a poupança volta para a regra antiga e passa a ter rendimento maior que o atual.

Com o juro de hoje, a caderneta rende 0,455% ao mês (ou 5,6% ao ano), o equivalente a 70% da Selic mais Taxa Referencial (TR), atualmente zerada...


De Carolina Matos, Maria Paula Autran, de São Paulo, jornal FOLHA DE SÃO PAULO

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Maradona nega dívida em impostos na volta a Nápoles


NÁPOLES, 26 Fev (Reuters) - Diego Maradona negou nesta terça-feira que tenha uma dívida de milhões de euros em impostos não pagos na Itália, após ser recebido por uma multidão de jornalistas e torcedores na sua volta a Nápoles, onde levou a equipe local ao título de várias competições.
A agência de arrecadação de impostos diz que o argentino, campeão mundial com sua seleção em 1986, lhe deve quase 40 milhões de euros, a maior parte corresponde a valores que se acumularam desde 1984, quando ele se transferiu para o Napoli.
"Não sou uma vítima porque ganhei muito, mas eu não sabia nada sobre os problemas contratuais. Posso olhar na cara deles, porque não matei ninguém", disse Maradona em entrevista coletiva na cidade do sul da Itália...

De Catherine Hornby, agência REUTERS BRASIL